Souto: "20 mil mortes podiam ter sido evitadas"

A vulnerabilidade da gestão de Jaques Wagner na área da segurança continua a ser explorada pelos adversários do PT ao governo do Estado, Rui Costa; nesta terça, o candidato do DEM, Paulo Souto, em entrevista à rádio Metrópole, voltou a bater duro no governo; "Fiz uma simulação que me deixou impressionado. Se continuasse a taxa de homicídio de 2006, manteria 20 mil vidas. A primeira coisa a se fazer é recuperar uma relação de confiança entre polícia e governo. Há uma desconfiança incrível"

A vulnerabilidade da gestão de Jaques Wagner na área da segurança continua a ser explorada pelos adversários do PT ao governo do Estado, Rui Costa; nesta terça, o candidato do DEM, Paulo Souto, em entrevista à rádio Metrópole, voltou a bater duro no governo; "Fiz uma simulação que me deixou impressionado. Se continuasse a taxa de homicídio de 2006, manteria 20 mil vidas. A primeira coisa a se fazer é recuperar uma relação de confiança entre polícia e governo. Há uma desconfiança incrível"
A vulnerabilidade da gestão de Jaques Wagner na área da segurança continua a ser explorada pelos adversários do PT ao governo do Estado, Rui Costa; nesta terça, o candidato do DEM, Paulo Souto, em entrevista à rádio Metrópole, voltou a bater duro no governo; "Fiz uma simulação que me deixou impressionado. Se continuasse a taxa de homicídio de 2006, manteria 20 mil vidas. A primeira coisa a se fazer é recuperar uma relação de confiança entre polícia e governo. Há uma desconfiança incrível" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - A vulnerabilidade da gestão de Jaques Wagner (PT) na área da segurança continua a ser bem explorada pelos adversários do PT ao governo do Estado, Rui Costa. Nesta terça-feira (9), o candidato do DEM, Paulo Souto, em entrevista à rádio Metrópole, voltou a bater duro no governo.

"É uma situação complicada. Cheguei numa cidade do interior e vi uma agência de um banco sendo construída, mas era reconstruída após ação dos bandidos. Outro banco também fechado pelo mesmo motivo", disse o democrata.

Souto afirmou que fez uma simulação do número de homicídios do seu governo com o de Wagner e concluiu que 20 mil assassinatos podiam ter sido evitados com boa atuação do Estado.

"Fiz uma simulação que me deixou impressionado. Se continuasse a taxa de homicídio de 2006, manteria 20 mil vidas. A primeira coisa a se fazer é recuperar uma relação de confiança entre polícia e governo. Há uma desconfiança incrível. Iremos agir contra esses crimes de grande impacto com grupos especiais, com forças tarefas, com presença das polícias, até do Ministério Público. Essa é a forma de integrar as policias para que o combate ao crime seja mais eficiente".

O democrata falou também sobre outro ponto crucial, a saúde: "É de uma gravidade que você não imagina. Tenho ouvido pedidos, em todos os lugares por onde passo, para melhorarmos a situação dos leitos e da regulação. Os médicos estão sacrificados, os médicos não sabem o que fazer. O estado não reagiu a isso".

"Veja que coisa bizonha: fazer da reconstrução de um hospital [Hospital Dantas Bião, na cidade de Alagoinhas] a coisa mais importante desta campanha. O importante não é saber quem construiu, é saber como está funcionando. Os hospitais da Bahia estão sobrecarregados, uma grande parte das santas casas deixaram de funcionar adequadamente. Temos que encontrar um sistema que regule melhor, que não chegue nessa situação dramática", disse o ex-governador.

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