Souto: "Se tem uma greve que preocupa, é da PM"

Apesar da "preocupação" no discurso público, o ex-governador democrata refuta intenção da oposição de buscar dividendos eleitorais nas urnas em outubro próximo; "De forma nenhuma eu tomaria isso como qualquer benefício contra o governo. Este tipo de oportunismo eu não tenho"; mas nas entrelinhas... "Se tem uma greve que preocupa é a da PM, principalmente sob a atmosfera de insegurança que vivemos"

Apesar da "preocupação" no discurso público, o ex-governador democrata refuta intenção da oposição de buscar dividendos eleitorais nas urnas em outubro próximo; "De forma nenhuma eu tomaria isso como qualquer benefício contra o governo. Este tipo de oportunismo eu não tenho"; mas nas entrelinhas... "Se tem uma greve que preocupa é a da PM, principalmente sob a atmosfera de insegurança que vivemos"
Apesar da "preocupação" no discurso público, o ex-governador democrata refuta intenção da oposição de buscar dividendos eleitorais nas urnas em outubro próximo; "De forma nenhuma eu tomaria isso como qualquer benefício contra o governo. Este tipo de oportunismo eu não tenho"; mas nas entrelinhas... "Se tem uma greve que preocupa é a da PM, principalmente sob a atmosfera de insegurança que vivemos" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Agora 'oficializado' como pré-candidato das oposições ao governo da Bahia, o ex-governador Paulo Souto, do DEM, comentou nesta terça-feira (15) sobre a iminente greve da Polícia Militar (PM), que, segundo a associação dos oficiais, está, de fato, prestes a ser deflagrada.

"Se tem uma greve que preocupa é a da PM, principalmente sob a atmosfera de insegurança que vivemos. [...] Não conheço, em detalhe, se o governo tem condições de atender a todas as reivindicações, mas espero, sinceramente, que tudo seja resolvido" disse o democrata em entrevista à rádio Tudo FM.

Apesar da "preocupação" no discurso público, Paulo Souto refuta torcida da oposição pela greve a fim de obter dividendos eleitorais em outubro próximo. "De forma nenhuma eu tomaria isso como qualquer benefício contra o governo. Este tipo de oportunismo eu não tenho".

Questionado sobre comparação com a greve da PM em 2001, quando o governador era o ex-carlista e ex-aliado César Borges (hoje ministro da presidente Dilma Rousseff), Souto não negou estar ao lado do ex-governador, mas garantiu que não tinha participação na gestão do Executivo. À época ele era senador.

"A última coisa que vou fazer é renegar as alianças que fiz no passado. Também não me coloque como participante de governo porque não tinha influência nas decisões. Isso pode acontecer em qualquer governo, [...] Eu enfrentei não uma greve: enfrentei um forte pedido de reivindicações no meu primeiro governo e aquele foi o momento que marcou uma certa projeção nos policiais com a implantação da GAP (Gratificação de Atividade Policial)".

Assim como em 2012, o movimento grevista que se inicia agora tem liderança (desta vez parcial) do agora vereador de Salvador Marco Prisco, ex-policial militar e presidente da Aspra (Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia).

"O que eu tenho acompanhado é que ele está exaurindo todas as negociações com o governo e representando bem a categoria. Eu espero que ele continue fazendo isso", disse Souto. Marco Prisco é do PSDB, partido do candidato a vice-governador de Paulo Souto, Joaci Góes.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247