SP investiga seis casos de microcefalia associada ao Zika

A Secretaria de Estado da Saúde informou nesta segunda (14) que seis casos são investigados em São Paulo como suspeita de microcefalia associada ao vírus Zika, em bebês nascidos nas cidades de São Paulo, Campinas, Guarulhos, Mogi-Guaçu, Ribeirão Preto, São Paulo e Sumaré; a gestante da capital paulista tem histórico de viagem ao Nordeste, tendo chegado a São Paulo com 37 semanas de gravidez; os demais casos são tratados como autóctones, ou seja, foram contraídos no território paulista

A Secretaria de Estado da Saúde informou nesta segunda (14) que seis casos são investigados em São Paulo como suspeita de microcefalia associada ao vírus Zika, em bebês nascidos nas cidades de São Paulo, Campinas, Guarulhos, Mogi-Guaçu, Ribeirão Preto, São Paulo e Sumaré; a gestante da capital paulista tem histórico de viagem ao Nordeste, tendo chegado a São Paulo com 37 semanas de gravidez; os demais casos são tratados como autóctones, ou seja, foram contraídos no território paulista
A Secretaria de Estado da Saúde informou nesta segunda (14) que seis casos são investigados em São Paulo como suspeita de microcefalia associada ao vírus Zika, em bebês nascidos nas cidades de São Paulo, Campinas, Guarulhos, Mogi-Guaçu, Ribeirão Preto, São Paulo e Sumaré; a gestante da capital paulista tem histórico de viagem ao Nordeste, tendo chegado a São Paulo com 37 semanas de gravidez; os demais casos são tratados como autóctones, ou seja, foram contraídos no território paulista (Foto: Valter Lima)
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Camila Maciel - Repórter da Agência Brasil

A Secretaria de Estado da Saúde informou hoje (14) que seis casos são investigados em São Paulo como suspeita de microcefalia associada ao vírus Zika, em bebês nascidos nas cidades de São Paulo, Campinas, Guarulhos, Mogi-Guaçu, Ribeirão Preto, São Paulo e Sumaré.

A gestante da capital paulista tem histórico de viagem ao Nordeste, tendo chegado a São Paulo com 37 semanas de gravidez. Os demais casos são tratados como autóctones, ou seja, foram contraídos no território paulista.

Os casos preenchem os requisitos clínicos para definição da associação à infecção por Zika. As mulheres apresentaram, durante a gestação, manchas avermelhadas pelo corpo e tiveram exames negativos para rubéola, toxoplasmose, sífilis, herpes e citomegalovírus. Em quatro das seis ocorrências, os resultados de tomografia computadorizada mostraram presença de calcificação no cérebro dos bebês, o que pode sugerir infecção pelo vírus que é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.

A secretaria esclarece que, até o momento, não há exame sorológico disponível na rede pública para confirmação laboratorial da infecção. Informou ainda que foi montada uma rede no estado que monitora a circulação do vírus em São Paulo. Os laboratórios do Instituto Adolfo Lutz realizam testes de RT-PCR (Reação em Cadeia da Polimerase, com Transcriptase Reversa, em Tempo Real) em amostras que deram negativas para dengue, para identificar o genoma do Zika. Nenhum teste, no entanto, deu positivo para o vírus.

De acordo com o governo estadual, de 17 de novembro a 10 de dezembro, foram notificados 46 casos de microcefalia ao Centro de Vigilância Epidemiológica.

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