STF recebe pedido de investigação contra Andrés Sanches

O Supremo Tribunal Federal recebeu pedido de investigação contra dirigentes do Corinthians por suposta sonegação de contribuição previdenciária; o processo tramitava na Justiça de São Paulo e envolve o atual presidente do clube Roberto de Andrade, seu vice, André Luis de Oliveira, o ex-presidente e deputado federal Andrés Sanchez (PT-SP) e o ex-diretor financeiro Raul Corrêa

O Supremo Tribunal Federal recebeu pedido de investigação contra dirigentes do Corinthians por suposta sonegação de contribuição previdenciária; o processo tramitava na Justiça de São Paulo e envolve o atual presidente do clube Roberto de Andrade, seu vice, André Luis de Oliveira, o ex-presidente e deputado federal Andrés Sanchez (PT-SP) e o ex-diretor financeiro Raul Corrêa
O Supremo Tribunal Federal recebeu pedido de investigação contra dirigentes do Corinthians por suposta sonegação de contribuição previdenciária; o processo tramitava na Justiça de São Paulo e envolve o atual presidente do clube Roberto de Andrade, seu vice, André Luis de Oliveira, o ex-presidente e deputado federal Andrés Sanchez (PT-SP) e o ex-diretor financeiro Raul Corrêa (Foto: Valter Lima)

247 - O Supremo Tribunal Federal recebeu pedido de investigação contra dirigentes do Corinthians por suposta sonegação de contribuição previdenciária.

O processo tramitava na Justiça de São Paulo e envolve o atual presidente do clube Roberto de Andrade, seu vice, André Luis de Oliveira, o ex-presidente e deputado federal Andrés Sanchez (PT-SP) e o ex-diretor financeiro Raul Corrêa. Não há detalhes sobre as acusações contra os quatro.

O caso chegou ao Supremo porque Sanchez conta com foro privilegiado por ser deputado, o que garante a autoridades serem investigadas pelo tribunal.

O relator do processo é o ministro Luís Roberto Barroso, que deve solicitar nos próximos dias que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se manifeste sobre a necessidade ou não de investigar. Se houver interesse do Ministério Público, um inquérito será aberto no Supremo.

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