STF recebe pedido para investigar Luiz Argôlo

Apesar de estar praticamente livre da cassação de seu mandato por processo no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, o baiano Luiz Argôlo (SD) tem novas complicações à vista; o Ministério Público Federal (MPF) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) abertura de inquérito para investigar sua possível ligação com Alberto Youssef, apontado como cabeça do esquema de desvio de recursos da Petrobras; Argôlo teria ganhado um helicóptero de presente e ainda seria sócio informal do doleiro em uma empresa de fachada

Apesar de estar praticamente livre da cassação de seu mandato por processo no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, o baiano Luiz Argôlo (SD) tem novas complicações à vista; o Ministério Público Federal (MPF) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) abertura de inquérito para investigar sua possível ligação com Alberto Youssef, apontado como cabeça do esquema de desvio de recursos da Petrobras; Argôlo teria ganhado um helicóptero de presente e ainda seria sócio informal do doleiro em uma empresa de fachada
Apesar de estar praticamente livre da cassação de seu mandato por processo no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, o baiano Luiz Argôlo (SD) tem novas complicações à vista; o Ministério Público Federal (MPF) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) abertura de inquérito para investigar sua possível ligação com Alberto Youssef, apontado como cabeça do esquema de desvio de recursos da Petrobras; Argôlo teria ganhado um helicóptero de presente e ainda seria sócio informal do doleiro em uma empresa de fachada (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - Apesar de estar praticamente livre da cassação de seu mandato por processo no Conselho de Ética e Decoro da Câmara dos Deputados (por conta do recesso parlamentar que se aproxima), o baiano Luiz Argôlo (SD) tem novas complicações à vista. O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) abertura de inquérito para investigar sua possível ligação com o doleiro Alberto Youssef, apontado como cabeça do esquema de desvio de recursos da Petrobras.

O pedido feito pela Procuradoria-Geral da República será analisado pelo ministro do STF Teori Zavascki, relator dos processos da operação Lava-Jato no Supremo, conforme matéria do Valor Econômico. O caso está em segredo de Justiça e há poucas informações sobre a ação que, de acordo com o site do STF, tem como assunto "crimes de 'lavagem' ou ocultação de bens, direitos ou valores".

Em depoimento à Polícia Federal (PF), o advogado Carlos Alberto Pereira da Costa, laranja de Youssef, afirmou que o doleiro deu um helicóptero de presente a Luiz Argôlo. O deputado também seria sócio informal de Youssef na empresa de fachada Malga Engenharia, segundo relato de Meire Poza, contadora do doleiro.

Argôlo também foi flagrado em escutas telefônicas da operação Lava-Jato que monitoravam atividades ilícitas de Youssef.

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