Suplicy pergunta a Doria se acha admissível chamar uma mulher de “anta”

O vereador Eduardo Suplicy (PT-SP) participou, na noite desta quinta-feira (10), do programa de entrevistas semanal do prefeito João Doria (PSDB); petista foi o primeiro convidado do programa que não é um apoiador ou bajulador do prefeito e, entre outras ações, perguntou ao tucano se ele acha admissível que uma mulher seja chamada de "anta", em referência ao xingamento de Doria à presidente legítima Dilma Rousseff; "Em certos momentos, não é a melhor referência", se limitou a admitir o tucano; enquanto Suplicy dava detalhes de ações chocantes, como a da prefeitura em parceria com o governo do estado que resultou no assassinato de um jovem na Favela do Moinho, ou a truculência com que a prefeitura trata moradores de rua, Doria ouvia tudo com um sorriso sarcástico no rosto

O vereador Eduardo Suplicy (PT-SP) participou, na noite desta quinta-feira (10), do programa de entrevistas semanal do prefeito João Doria (PSDB); petista foi o primeiro convidado do programa que não é um apoiador ou bajulador do prefeito e, entre outras ações, perguntou ao tucano se ele acha admissível que uma mulher seja chamada de "anta", em referência ao xingamento de Doria à presidente legítima Dilma Rousseff; "Em certos momentos, não é a melhor referência", se limitou a admitir o tucano; enquanto Suplicy dava detalhes de ações chocantes, como a da prefeitura em parceria com o governo do estado que resultou no assassinato de um jovem na Favela do Moinho, ou a truculência com que a prefeitura trata moradores de rua, Doria ouvia tudo com um sorriso sarcástico no rosto
O vereador Eduardo Suplicy (PT-SP) participou, na noite desta quinta-feira (10), do programa de entrevistas semanal do prefeito João Doria (PSDB); petista foi o primeiro convidado do programa que não é um apoiador ou bajulador do prefeito e, entre outras ações, perguntou ao tucano se ele acha admissível que uma mulher seja chamada de "anta", em referência ao xingamento de Doria à presidente legítima Dilma Rousseff; "Em certos momentos, não é a melhor referência", se limitou a admitir o tucano; enquanto Suplicy dava detalhes de ações chocantes, como a da prefeitura em parceria com o governo do estado que resultou no assassinato de um jovem na Favela do Moinho, ou a truculência com que a prefeitura trata moradores de rua, Doria ouvia tudo com um sorriso sarcástico no rosto (Foto: Aquiles Lins)

Revista Fórum - O vereador Eduardo Suplicy (PT-SP) participou, na noite desta quinta-feira (10), do programa de entrevistas semanal do prefeito João Doria (PSDB). O petista foi o primeiro convidado do programa que não é um apoiador ou bajulador do prefeito.

Logo em sua primeira fala, Suplicy deixou claro o motivo de sua participação. Explicitar a falta de respeito com que o tucano trata o ex-presidente Lula e a ex-presidenta Dilma e detalhar absurdos que vêm sendo executados em seu governo.

“No caso do Temer [que também é investigado por corrupção], você trata com o maior respeito e, mais do que isso, com toda a amabilidade. Eu avalio que esse tipo de procedimento, incitar o ódio entre as pessoas, acaba não fazendo bem ao país”, disse o vereador.

Doria, por incrível que pareça, respondeu dizendo não procura incitar o ódio sendo que, quase semanalmente, desfere um xingamento diferente a Lula como “cara de pau”, “vagabundo”, entre outros termos.

Para amenizar, o tucano começou a elogiar Suplicy, dizendo que ele era uma “exceção” em seu partido por sua honestidade. O petista, no entanto, não caiu na armadilha e seguiu defendendo Lula, o PT e destrinchando atrocidades que a gestão tucana vem encampando na capital paulista.

Enquanto Suplicy dava detalhes de ações chocantes, como a da prefeitura em parceria com o governo do estado que resultou no assassinato de um jovem na Favela do Moinho, ou a truculência com que a prefeitura trata moradores de rua, Doria ouvia tudo com um sorriso sarcástico no rosto. Quando Suplicy falava de feitos da gestão Haddad, o tucano ainda provocava: “Que mágica é essa, Suplicy? Seus assessores andam olhando as ações da prefeitura com uma lógica muito petista”.

Na final da conversa, Suplicy ainda apelou para que o prefeito avalie a convocação de um plebiscito sobre as privatizações que quer encampar na cidade – uma demanda dos movimentos de juventude que ocuparam a Câmara Municipal esta semana – e, Doria, sempre irônico, fez pouco caso: “Se você cantar pra gente, prometo que vou avaliar”.

Assista ao programa na íntegra:

 

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