Supremo negou HC de Macarrão antes de desistência da defesa

O ministro do STF Marco Aurélio negou o pedido de liberdade provisória a Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, condenado a 15 anos de prisão pela morte de Eliza Samudio e sequestro de seu filho, Bruninho; no dia 24 de fevereiro, a defesa havia entrado com um pedido de extensão do benefício concedido ao ex-goleiro Bruno, mas desistiu porque, segundo o advogado Wasley Cesar de Vasconcelos, ele não havia percebido que a condenação do seu cliente já havia sido confirmada em segunda instância

O ministro do STF Marco Aurélio negou o pedido de liberdade provisória a Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, condenado a 15 anos de prisão pela morte de Eliza Samudio e sequestro de seu filho, Bruninho; no dia 24 de fevereiro, a defesa havia entrado com um pedido de extensão do benefício concedido ao ex-goleiro Bruno, mas desistiu porque, segundo o advogado Wasley Cesar de Vasconcelos, ele não havia percebido que a condenação do seu cliente já havia sido confirmada em segunda instância
O ministro do STF Marco Aurélio negou o pedido de liberdade provisória a Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, condenado a 15 anos de prisão pela morte de Eliza Samudio e sequestro de seu filho, Bruninho; no dia 24 de fevereiro, a defesa havia entrado com um pedido de extensão do benefício concedido ao ex-goleiro Bruno, mas desistiu porque, segundo o advogado Wasley Cesar de Vasconcelos, ele não havia percebido que a condenação do seu cliente já havia sido confirmada em segunda instância (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio negou o pedido de liberdade provisória a Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, condenado a 15 anos de prisão pela morte de Eliza Samudio e sequestro de seu filho, Bruninho. No dia 24 de fevereiro, a defesa havia entrado com um pedido de extensão do benefício concedido ao ex-goleiro Bruno, solto no dia com um habeas corpus concedido pelo mesmo ministro.

Atualmente, Macarrão está no regime semiaberto da Penitenciária Pio Canedo, em Pará de Minas, onde trabalha como auxiliar de serviços gerais em uma igreja. Ele conseguirá ir para o regime aberto, podendo ficar em casa, no dia 15 de outubro de 2018. Mas a progressão deve acontecer no início do próximo ano, porque ele trabalha e estuda para diminuir sua condenação. 

A defesa dele do apenado desistiu do pedido de soltura preventiva que havia feito, conforme adiantou na quarta-feira (8) o jornal O Tempo, que publicou a entrevista desta matéria. De acordo como advogado Wasley Cesar de Vasconcelos, a decisão foi tomada porque ele não havia percebido que a condenação do seu cliente já havia sido confirmada em segunda instância, o que não ocorreu no caso de Bruno.

Vasconcelos informou que a condenação de Macarrão foi confirmada porque o antigo advogado não recorreu da decisão que confirmava a sentença de 15 anos de prisão. Segundo o defensor, o advogado havia deixado o processo em 2011, na época do recurso, e o casofoi assumido pelo advogado Leonardo Cristiano Diniz, responsável por recorrer da decisão seria Diniz. "A culpa não é dele, não é de ninguém. Entenderam que a condenação estava justa e não quiseram recorrer", completou Vasconcelos.

 

 

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