Suspeitas de microcefalia param de crescer no TO

O número de crianças com suspeita de microcefalia no País aumentou para 2.975, conforme boletim divulgado pelo Ministério da Saúde; a pasta também investiga a morte de 40 bebês com suspeita de terem a malformação devido ao vírus Zika; o Tocantins se manteve nos mesmos 49 casos suspeitos que também foram citados no balanço divulgado no dia 22; atualmente, 28 municípios do Estado são suspeitos de terem casos da doença

O número de crianças com suspeita de microcefalia no País aumentou para 2.975, conforme boletim divulgado pelo Ministério da Saúde; a pasta também investiga a morte de 40 bebês com suspeita de terem a malformação devido ao vírus Zika; o Tocantins se manteve nos mesmos 49 casos suspeitos que também foram citados no balanço divulgado no dia 22; atualmente, 28 municípios do Estado são suspeitos de terem casos da doença
O número de crianças com suspeita de microcefalia no País aumentou para 2.975, conforme boletim divulgado pelo Ministério da Saúde; a pasta também investiga a morte de 40 bebês com suspeita de terem a malformação devido ao vírus Zika; o Tocantins se manteve nos mesmos 49 casos suspeitos que também foram citados no balanço divulgado no dia 22; atualmente, 28 municípios do Estado são suspeitos de terem casos da doença (Foto: Leonardo Lucena)
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Tocantins 247 - O número de crianças com suspeita de microcefalia no País aumentou para 2.975, conforme boletim divulgado nesta terça-feira (29) pelo Ministério da Saúde. A pasta também investiga a morte de 40 bebês com suspeita de terem a malformação devido ao vírus Zika. O Tocantins se manteve nos mesmos 49 casos suspeitos que também foram citados no balanço divulgado no dia 22. Atualmente, 28 municípios do Estado são suspeitos de terem casos da doença.

O maior número de casos foi registrado em Pernambuco (1.153), o que representa 38,76% dos casos de todo o país. O estado foi o primeiro a identificar aumento de microcefalia no país. Em seguida, estão os estados da Paraíba (476), Bahia (271), Rio Grande do Norte (154), Sergipe (146), Ceará (134), Alagoas (129), Maranhão (94) e Piauí (51).

Em novembro, o Ministério da Saúde declarou Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional para dar maior agilidade às investigações, que estão sendo realizadas de forma integrada com as secretarias estaduais e municipais de saúde. Trata-se de um mecanismo previsto para casos de emergências em saúde pública que demandem o emprego urgente de medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública. Também está em funcionamento, desde o dia 10 de novembro, o Centro de Operações de Emergência em Saúde (COES), um mecanismo de gestão de crise que reúne as diversas áreas para responder a esse evento.

MOBILIZAÇÃO

Para a execução das ações do Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia, foi instalada a Sala Nacional de Coordenação e Controle para o Enfrentamento à microcefalia. O objetivo é intensificar as ações de mobilização e combate ao mosquito Aedes aegypti. Também serão instaladas salas estaduais, que contarão com a presença de representantes do Ministério da Saúde, Secretarias de Saúde, Educação, Segurança Pública, Assistência Social, Defesa Civil e Forças Armadas.

Atualmente, estão implantadas salas em 18 unidades da federação: Acre, Amazonas, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Santa Catarina, Tocantins, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Sergipe e Ceará. Outros quatro estados estão em fase de implantação da sala: Pará, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e São Paulo. Os demais serão orientados pelo Ministério da Saúde para a implantação das salas.

LARVICIDAS

O Ministério da Saúde enviou, este mês, larvicida aos estados do Nordeste e Sudeste, o suficiente para tratar um volume de água equivalente a 3.560 piscinas olímpicas. São mais 17,9 toneladas do produto utilizado para eliminar as larvas do mosquito Aedes aegypti. O quantitativo é suficiente para proteger 8,9 bilhões de litros de água e corresponde à demanda apresentada pelas próprias Secretarias Estaduais de Saúde, levando em consideração a situação epidemiológica local e o histórico de consumo.

Em 2015, no total foram enviadas 114,4 toneladas de larvicida para todo o país, quantidade suficiente para o tratamento de 57,2 bilhões de litros de água.  Para o próximo ano, o Ministério da Saúde já adquiriu mais 100 toneladas do produto, que deverá garantir o abastecimento até junho de 2016, um investimento na ordem de R$ 10 milhões.

*Com Agência Saúde

 

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