“Sustentável”, prefeitura quer vender área de parque

Terrenos que o prefeito Paulo Garcia quer desafetar para depois vender e fazer caixa já foram, no passado, reservados para preservação de área verde; região que integra o Park Lozandes, no entanto, foi sucessivamente reduzida para dar lugar ao Paço Municipal e, agora, à especulação imobiliária; para confirmar o slogan de campanha, não deveria o petista preservar os terrenos para sua destinação original, o Parque do Cerrado?

Terrenos que o prefeito Paulo Garcia quer desafetar para depois vender e fazer caixa já foram, no passado, reservados para preservação de área verde; região que integra o Park Lozandes, no entanto, foi sucessivamente reduzida para dar lugar ao Paço Municipal e, agora, à especulação imobiliária; para confirmar o slogan de campanha, não deveria o petista preservar os terrenos para sua destinação original, o Parque do Cerrado?
Terrenos que o prefeito Paulo Garcia quer desafetar para depois vender e fazer caixa já foram, no passado, reservados para preservação de área verde; região que integra o Park Lozandes, no entanto, foi sucessivamente reduzida para dar lugar ao Paço Municipal e, agora, à especulação imobiliária; para confirmar o slogan de campanha, não deveria o petista preservar os terrenos para sua destinação original, o Parque do Cerrado? (Foto: José Barbacena)

Goiás247- O slogan desenvolvimento sustentável, criado pela Prefeitura de Goiânia, é desrespeitado constantemente por Paulo Garcia (PT). Já virou quase que tradição o petista defender ações que vão contra o conceito de administração que ele próprio criou. Agora, a bola da vez é a venda de áreas públicas no Park Lozandes, região onde está o Paço Municipal.

Reportagem do jornalista Pedro Palazzo, no jornal O Popular, mostra que a prefeitura quer vender lotes (60 mil metros quadrados) que antes eram destinados para a criação do Parque do Cerrado. O objetivo é fazer caixa e diminuir o rombo financeiro nos cofres municipais. 

O projeto de lei para venda iria ser apreciado no mês passado, mas o prefeito percebeu que iria perder e recuou. A reportagem de O Popular lembra que parte da área destinada ao parque já foi usada para a construção do Paço Municipal. Então, nada mais natural que agora utilizar o que restou para criar a tal área verde de lazer.

Mas não é o que a prefeitura quer fazer. O jornal afirma que a venda dos lotes renderia à prefeitura, no mínimo, R$ 90 milhões. Como deve haver concorrência, o valor arrecada pode ser bem maior.

"E o dinheiro já tem destinação: urbanização do Parque do Cerrado, no próprio bairro - o que vai valorizar ainda mais os terrenos -, construção ou aquisição de hospital, da sede da Secretaria Municipal de Educação, duplicação de vias, construção de viadutos também naquela região e a implantação dos corredores de transporte coletivo nas avenidas 85, T-7, T-9 e 24 de outubro", diz a reportagem.

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