Tarso, Manuela D'Ávila e prefeito de Porto Alegre negam irregularidades

O ex-governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro (PT) negou que tenha recebido qualquer doação irregular de campanha da empresa Odebrecht após o nome dele ser citado em uma lista que traria supostos repasses da empreiteira a mais de 200 políticos; “Todas as minhas contas foram aprovadas pelo TRE, sem caixa 2, e sem qualquer relação clandestina, com qualquer pessoa física e jurídica”; citada na lista, a deputada Manuela D'Ávila (PCdoB) disse ter recebido "diversas empresas na eleição de 2012, era a forma de financiamento de legal"; prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT) disse a “Odebrecht não tem e não está tendo nenhuma obra" na capital

O ex-governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro (PT) negou que tenha recebido qualquer doação irregular de campanha da empresa Odebrecht após o nome dele ser citado em uma lista que traria supostos repasses da empreiteira a mais de 200 políticos; “Todas as minhas contas foram aprovadas pelo TRE, sem caixa 2, e sem qualquer relação clandestina, com qualquer pessoa física e jurídica”; citada na lista, a deputada Manuela D'Ávila (PCdoB) disse ter recebido "diversas empresas na eleição de 2012, era a forma de financiamento de legal"; prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT) disse a “Odebrecht não tem e não está tendo nenhuma obra" na capital
O ex-governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro (PT) negou que tenha recebido qualquer doação irregular de campanha da empresa Odebrecht após o nome dele ser citado em uma lista que traria supostos repasses da empreiteira a mais de 200 políticos; “Todas as minhas contas foram aprovadas pelo TRE, sem caixa 2, e sem qualquer relação clandestina, com qualquer pessoa física e jurídica”; citada na lista, a deputada Manuela D'Ávila (PCdoB) disse ter recebido "diversas empresas na eleição de 2012, era a forma de financiamento de legal"; prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT) disse a “Odebrecht não tem e não está tendo nenhuma obra" na capital (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - O ex-governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro (PT) negou que tenha recebido qualquer doação irregular de campanha da empresa Odebrecht após o nome dele ser citado em uma lista, divulgada nesta quarta-feira (23), que traria supostos repasses da empreiteira a mais de 200 políticos - o documento não é uma prova de que houve dinheiro de caixa dois da empreiteira para os citados, mas são indícios que serão esclarecidos ao decorrer das investigações.

“Todas as contribuições dadas às campanhas que concorri foram legais, declaradas, e as contas aprovadas pelo TRE. Sem exceção”, afirmou Tarso no Twitter. “Todas as minhas contas foram aprovadas pelo TRE, sem caixa 2, e sem qualquer relação clandestina, com qualquer pessoa física e jurídica”.

De acordo com o chefe do executivo, a divulgação foi feita de “forma deliberada, a confusão, para minimizar a evidência de contribuições ilegais a políticos, vestais do ‘impeachment'”. “Solidariedade aos que receberam doações legais, de todos os partidos, e estão sendo alvo de mais esta divulgação calhorda e sem critérios”, disse.

Tarso reforçou a importância de proibir o financiamento empresarial de campanha. "Vamos votar imediatamente a proibição de contribuição empresarial aos partidos e às campanhas! Aí os verdadeiros achacadores não querem", disse.

Citada na lista, a deputada estadual Manuela D'Avila (PCdoB) também rebateu as acusações. "Pessoal, Vi perguntas aqui sobre a doação da odebrecht. Recebi de diversas empresas na eleição de 2012, era a forma de financiamento de legal", disse no Twitter.

O prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), também negou qualquer irregularidade e chamou a divulgação das informações de “tentativa de criminalizar a política”. Em evento na Federasul, o gestor afirmou que a “Odebrecht não tem e não está tendo nenhuma obra em Porto Alegre”. “Essa divulgação é irresponsável, como outras que estão acontecendo”, afirmou.

Segundo o prefeito, o Brasil vive um momento em que está ocorrendo um ataque à política, “como se todos estivessem no mesmo balaio”, e afirmou que Porto Alegre se destaca pela transparência e já foi reconhecida como cidade mais transparente do Estado pelo Tribunal de Contas do RS.



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