TCM barra iniciativas de Haddad em SP

Após derrota com IPTU, Tribunal de Contas do Município suspendeu a construção de 150 quilômetros de corredores de ônibus, orçados em R$ 4,8 milhões, em diversos pontos da capital paulista; agora, paralisou a concorrência da CET para contratação de 50 guinchos para retirada de veículos das ruas e disponibilização de três pátios para receber a frota removida; conselheiros alegam falta de requisitos básicos na elaboração dos projetos

Após derrota com IPTU, Tribunal de Contas do Município suspendeu a construção de 150 quilômetros de corredores de ônibus, orçados em R$ 4,8 milhões, em diversos pontos da capital paulista; agora, paralisou a concorrência da CET para contratação de 50 guinchos para retirada de veículos das ruas e disponibilização de três pátios para receber a frota removida; conselheiros alegam falta de requisitos básicos na elaboração dos projetos
Após derrota com IPTU, Tribunal de Contas do Município suspendeu a construção de 150 quilômetros de corredores de ônibus, orçados em R$ 4,8 milhões, em diversos pontos da capital paulista; agora, paralisou a concorrência da CET para contratação de 50 guinchos para retirada de veículos das ruas e disponibilização de três pátios para receber a frota removida; conselheiros alegam falta de requisitos básicos na elaboração dos projetos (Foto: Roberta Namour)
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247 - O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), tem sofrido uma sequência de derrota em iniciativas de sua gestão. O Tribunal de Contas do Município acaba de barrar a concorrência da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) para contratação de 50 guinchos para retirada de veículos das ruas e disponibilização de três pátios para receber a frota removida. A concessão teria duração de 24 meses por R$ 100 milhões.

Em janeiro, órgão suspendeu a construção de 150 quilômetros de corredores de ônibus, orçados em R$ 4,8 milhões, em diversos pontos da capital paulista.

Conselheiros alegam falta de requisitos básicos na elaboração dos projetos.

No ano passado, Fernando Haddad também foi impedido pela Justiça de realizar o chamado aumento progressivo do IPTU na cidade, prejudicando as contas do município. O governo municipal afirmou que esse tipo de veto é "normal" e já aconteceu em outros projetos da Prefeitura.

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