TCU julga pedido para investigar ex-procurador

Os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) decidem hoje (4) se aceitam ou não pedido de investigação para apurar irregularidades na aquisição de tablets pela Procuradoria-Geral da República (PGR); solicitação foi feita pelo senador Fernando Collor (PTB-AL) e acatada pelo Congresso em 2013; compra foi feita na gestão do ex-procurador geral Roberto Gurgel; relator do processo é o ministro Raimundo Carreiro    

Brasília - O Seminário Nacional de Probidade Administrativa termina hoje (1°), no auditório do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O encontro começou ontem (31) e é promovido pelo CNJ. O objetivo é avaliar a experiência dos 20 anos da Lei de Improbidade e
Brasília - O Seminário Nacional de Probidade Administrativa termina hoje (1°), no auditório do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O encontro começou ontem (31) e é promovido pelo CNJ. O objetivo é avaliar a experiência dos 20 anos da Lei de Improbidade e (Foto: Voney Malta)

Alagoas247 - O pleno do Tribunal de Contas da União (TCU) decide, nesta quarta-feira (4), se aceita o pedido do Congresso Nacional, formulado pelo senador Fernando Collor (PTB/AL), para apurar irregularidades na compra de 1,2 mil tablets do modelo iPad, da marca Apple, pelo então procurador geral da República, Roberto Gurgel.

Depois de aprovado no plenário do Senado, em 2013, a solicitação de Collor foi encaminhada ao presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB/AL) e repassada ao TCU. O relator do processo é o ministro Raimundo Carreiro. 

Na solicitação aprovada no Senado, Collor pediu que os ministros TCU investiguem a compra de 1.200 tablets pela procuradoria. Segundo ele, a licitação, no valor de R$ 3 milhões, teria beneficiado a empresa vencedora.

À época, Collor lembrou que o pregão foi realizado no dia 31 de dezembro de 2012, "no apagar das luzes da administração pública", e disse que, conforme previsto na Ata de Registro de Preços nº 62/2012, o prazo de validade seria de seis meses, a partir da assinatura da ata.

Portanto, argumentou Collor, a Procuradoria-Geral da República (PGR) não mais poderia concluir a compra dos equipamentos, por falta de suporte contratual, sob pena de incidência em ato de improbidade. 

Com gazetaweb.com e agências

 

 

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