Te cuida, Azeredo: mensalão tucano em 2014

Ministro Luís Roberto Barroso, relator do processo, tem pressa em levar esquema a julgamento; operado por Marcos Valério, desvio de dinheiro público foi usado para financiar campanha à reeleição do então governador de Minas Gerais, em 98; deputado tem até a próxima sexta-feira para pedir providências da ação penal que corre contra ele

www.brasil247.com - Ministro Luís Roberto Barroso, relator do processo, tem pressa em levar esquema a julgamento; operado por Marcos Valério, desvio de dinheiro público foi usado para financiar campanha à reeleição do então governador de Minas Gerais, em 98; deputado tem até a próxima sexta-feira para pedir providências da ação penal que corre contra ele
Ministro Luís Roberto Barroso, relator do processo, tem pressa em levar esquema a julgamento; operado por Marcos Valério, desvio de dinheiro público foi usado para financiar campanha à reeleição do então governador de Minas Gerais, em 98; deputado tem até a próxima sexta-feira para pedir providências da ação penal que corre contra ele (Foto: Roberta Namour)


247 – Após 16 anos do ocorrido, o mensalão tucano poderá ser julgado no primeiro semestre de 2014. Relator do processo no STF (Supremo Tribunal Federal), o ministro Luís Roberto Barroso tem pressa em concluir a questão, após o desfecho da AP 470. "Vou julgar o mais rápido que o devido processo legal permitir", disse.

O esquema desviou recursos públicos para a campanha à reeleição do ex-governador de Minas Gerais e atual deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB), em 1998, conforme denúncia da Procuradoria-Geral da República.

O escândalo só veio a tona na apuração do caso petista de compra de apoio parlamentar, em 2005, porque o esquema também era operado pelo publicitário Marcos Valério.

Mas ação chegou à corte ainda em 2003, dois anos antes, portanto, das primeiras acusações do chamado mensalão do PT, que abalaram o governo petista e redundaram na Ação Penal 470. O Congresso em Foco revela que, em maio do ano passado, o então presidente da corte, Carlos Ayres Britto, chegou a chamar o julgamento da ação cível, aquela que permite a recuperação de recursos desviados, do mensalão mineiro. Mas por algum motivo que nem Ayres Britto nem os demais ministros sabem explicar, o processo saiu da pauta. E não voltou mais. Enquanto a ação cível contra os tucanos não sai da gaveta, o Supremo já condenou 25 réus envolvidos no esquema de desvio de dinheiro montado pelo PT e analisa agora os respectivos recursos.

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De acordo com o calendário da apuração do esquema tucano no STF, Azeredo tem até a próxima sexta-feira para pedir providências da ação penal contra ele. Depois, o relator abrirá prazo para as alegações finais da defesa e do Ministério Público Federal. Ao proferir o voto, o caso é encaminhado ao presidente do Supremo, que definirá a data em que a ação será posta na pauta do plenário.

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