Técnicos da Fazenda estadual param na sexta

Os técnicos da Fazenda Estadual do Piauí vão paralisar suas atividades nesta sexta-feira, 28, em adesão à greve nacional; a paralisação de 24 horas, que mobiliza trabalhadores de todos o país, é um alerta da população ao governo federal contra as propostas de reforma Previdenciária, Trabalhista e a recém-aprovada terceirização das atividades meio e fim; "É inaceitável que somente o trabalhador pague a conta, mais uma vez, pela má gestão do país. Portanto, é hora de lutar, reivindicar e nos mobilizar contra esse desmonte da legislação trabalhista e o fim da aposentadoria. Não vamos permitir! ", frisa o diretor do Sintfepi, Augusto Muller

Os técnicos da Fazenda Estadual do Piauí vão paralisar suas atividades nesta sexta-feira, 28, em adesão à greve nacional; a paralisação de 24 horas, que mobiliza trabalhadores de todos o país, é um alerta da população ao governo federal contra as propostas de reforma Previdenciária, Trabalhista e a recém-aprovada terceirização das atividades meio e fim; "É inaceitável que somente o trabalhador pague a conta, mais uma vez, pela má gestão do país. Portanto, é hora de lutar, reivindicar e nos mobilizar contra esse desmonte da legislação trabalhista e o fim da aposentadoria. Não vamos permitir! ", frisa o diretor do Sintfepi, Augusto Muller
Os técnicos da Fazenda Estadual do Piauí vão paralisar suas atividades nesta sexta-feira, 28, em adesão à greve nacional; a paralisação de 24 horas, que mobiliza trabalhadores de todos o país, é um alerta da população ao governo federal contra as propostas de reforma Previdenciária, Trabalhista e a recém-aprovada terceirização das atividades meio e fim; "É inaceitável que somente o trabalhador pague a conta, mais uma vez, pela má gestão do país. Portanto, é hora de lutar, reivindicar e nos mobilizar contra esse desmonte da legislação trabalhista e o fim da aposentadoria. Não vamos permitir! ", frisa o diretor do Sintfepi, Augusto Muller (Foto: Leonardo Lucena)

247, com Piauí Hoje - Os técnicos da Fazenda Estadual do Piauí vão paralisar suas atividades nesta sexta-feira, 28, em adesão à greve nacional. O da categoria convoca todos os técnicos fazendários para a paralisação das atividades na próxima sexta-feira, 28, com concentração prevista para às 8h30, na sede da Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí (Sefaz). A paralisação de 24 horas, que mobiliza trabalhadores de todos o país, é um alerta da população ao Governo Federal contra as propostas de reforma Previdenciária, Trabalhista e a recém-aprovada terceirização das atividades meio e fim.

A convocação do Sintfepi segue orientação da Federação Brasileira de Sindicatos das Carreiras da Administração Tributária da União, dos Estados e do Distrito Federal (Febrafisco), que deliberou, em sua última Reunião Extraordinária, a adesão dos sindicatos do Fisco Estadual e Distrital de todo o país à paralisação geral do dia 28.

"É inaceitável que somente o trabalhador pague a conta, mais uma vez, pela má gestão do país. Portanto, é hora de lutar, reivindicar e nos mobilizar contra esse desmonte da legislação trabalhista e o fim da aposentadoria. Não vamos permitir! ", frisa o diretor do Sintfepi, Augusto Muller.

A proposta de reforma da Previdência aumenta a idade mínima da aposentadoria de 53 para 65 anos, tanto para homens como para mulheres, e o tempo mínimo de contribuição aumenta de 15 para 25 anos. Depois o governo recuou, e passou a propor a idade mínima de 62 anos para mulheres. Segundo o cálculo do governo, o trabalhador terá de contribuir durante 40 anos para ter acesso à aposentadoria integral, e não mais 49, como estava previsto inicialmente.

No caso do reforma trabalhista, os principais pontos são a possibilidade de que, nas negociações entre patrão e empregado, os acordos coletivos tenham mais valor do que o previsto na legislação; terceirização até das atividades fim de qualquer setor (em uma fábrica de caminhões a atividade fim é a produção desses veículos e a atividade-meio seria, por exemplo, a limpeza da fábrica); parcelamento das férias em até três períodos à escolha da empresa; jornada de trabalho até 12 horas diárias; e jornada intermitente de trabalho, ou seja, a prestação de serviços de forma descontínua, podendo alternar períodos em dia e hora - neste caso, o emprego não tem horário fixo de trabalho.

 

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