Teixeira: após o golpe, a fome voltou no Brasil

O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) voltou a bater duro no governo de Michel Temer, após a Região Metropolitana de São Paulo registrar um aumento de 35% do número de pessoas na pobreza extrema em relação a 2016, conforme a LCA Consultores; segundo o parlamentar, no governo Lula "o Brasil estava Fora do Mapa da Fome"; "Após o golpe,a fome voltou e a pobreza cresce", disse

O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) voltou a bater duro no governo de Michel Temer, após a Região Metropolitana de São Paulo registrar um aumento de 35% do número de pessoas na pobreza extrema em relação a 2016, conforme a LCA Consultores; segundo o parlamentar, no governo Lula "o Brasil estava Fora do Mapa da Fome"; "Após o golpe,a fome voltou e a pobreza cresce", disse
O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) voltou a bater duro no governo de Michel Temer, após a Região Metropolitana de São Paulo registrar um aumento de 35% do número de pessoas na pobreza extrema em relação a 2016, conforme a LCA Consultores; segundo o parlamentar, no governo Lula "o Brasil estava Fora do Mapa da Fome"; "Após o golpe,a fome voltou e a pobreza cresce", disse (Foto: Leonardo Lucena)

SP 247 - O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) voltou a bater duro no governo de Michel Temer, após a Região Metropolitana de São Paulo registrar um aumento de 35% do número de pessoas na pobreza extrema em relação a 2016. São 700 mil pessoas nesta situação, de acordo com LCA Consultores, que fez o levantamento com base no IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) 

Segundo o parlamentar, com Luiz Inácio Lula da Silva na presidência da República, "o Brasil estava Fora do Mapa da Fome". "Após o golpe,a fome voltou e a pobreza cresce. Em SP, a pobreza extrema disparou e cresceu 35% entre 2016 e 2017. Na região metropolitana, são mais de 700 mil pessoas vivendo na pobreza extrema", disse Teixeira em sua conta no Twitter.

A pesquisa apontou que são 180 mil pessoas a mais vivendo na pobreza extrema na Grande São Paulo. A metodologia adotou a linha de corte do Banco Mundial, que considera em situação de pobreza extrema quem tem US$ 1,90 de renda domiciliar per capita por dia, corrigida pela paridade de poder de compra.

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