Teixeira tem R$ 100 mi em conta secreta em Mônaco

Gravações obtidas pela Justiça do principado expõem depósito de 30 milhões de euros, cerca de R$ 100 milhões, em nome do ex-cartola; investigado em um suposto esquema de lavagem de dinheiro, o diretor do bando Pasche, subsidiária do Credit Mutuel, afirma que tem como cliente o “grande brasileiro” e que nenhum outro banco monegasco quis receber seu dinheiro por tratar-se “verdadeiramente de uma fria”; Jürg Schmid revela que os recursos de Teixeira provêm da troca de favores, mas garante que não são políticos

Gravações obtidas pela Justiça do principado expõem depósito de 30 milhões de euros, cerca de R$ 100 milhões, em nome do ex-cartola; investigado em um suposto esquema de lavagem de dinheiro, o diretor do bando Pasche, subsidiária do Credit Mutuel, afirma que tem como cliente o “grande brasileiro” e que nenhum outro banco monegasco quis receber seu dinheiro por tratar-se “verdadeiramente de uma fria”; Jürg Schmid revela que os recursos de Teixeira provêm da troca de favores, mas garante que não são políticos
Gravações obtidas pela Justiça do principado expõem depósito de 30 milhões de euros, cerca de R$ 100 milhões, em nome do ex-cartola; investigado em um suposto esquema de lavagem de dinheiro, o diretor do bando Pasche, subsidiária do Credit Mutuel, afirma que tem como cliente o “grande brasileiro” e que nenhum outro banco monegasco quis receber seu dinheiro por tratar-se “verdadeiramente de uma fria”; Jürg Schmid revela que os recursos de Teixeira provêm da troca de favores, mas garante que não são políticos (Foto: Realle Palazzo-Martini)

247 - O ex-cartola Ricardo Teixeira possui 30 milhões de euros, cerca de R$ 100 milhões de reais, depositados em uma conta secreta no banco Pache, uma filial do Credit Mutuel, de Mônaco. A informação veio à tona a partir de uma investigação sobre suposta lavagem de dinheiro conduzida por autoridades do principado.

Em gravações judiciais obtidas pelo jornal eletrônico Mediapart, da França, o diretor do banco Pasche, Jürg Schmid, admite que “o grande brasileiro” depositou a elevada quantia. “Decidimos juntos que nós o receberíamos porque ele nos traz 30 milhões de euros e isso não e pouco”, disse o banqueiro, segundo reproduz o jornal o Estado de S. Paulo.

“Nós, do banco Pasche, temos uma situação em que devemos provavelmente aceitar clientes que outros bancos certamente não aceitariam”, diz Schimd, admitindo que várias instituições monegascas se recusaram a receber o dinheiro do cartola brasileiro por tratar-se “verdadeiramente de uma fria”.

Nas gravações, o banqueiro dá explicações sobre a origem do dinheiro. “Sabemos que ele recebeu dinheiro em troca de favores, mas não são políticos”, garante.

O site Mediapart revela que Teixeira fez várias viagens a Mônaco nos últimos meses e se hospedou no luxuosíssimo Hotel Metropole, que não por acaso fica a pouco metros do banco. Todas as contas foram pagas através do banco Pasche.

O banqueiro diz ter as declarações de impostos e de tribunais informando que Teixeira não possui condenações. 

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