Temer inchou a máquina para garantir o impeachment, diz líder do PT

Senador Humberto Costa (PE) afirmou que Michel Temer ampliou o número de cargos comissionados ainda quando interino para assegurar o impeachment de Dilma Rousseff; segundo o senador, o número total de cargos de confiança e funções gratificadas passou de 107.121, em maio, para 108.514 em 31 de agosto; "Isso só comprova o que a gente já sabe: que o impeachment de Dilma não foi por crime, foi uma decisão política definida nos cantos escuros de Brasília e por motivos não republicanos", disse

Senador Humberto Costa (PE) afirmou que Michel Temer ampliou o número de cargos comissionados ainda quando interino para assegurar o impeachment de Dilma Rousseff; segundo o senador, o número total de cargos de confiança e funções gratificadas passou de 107.121, em maio, para 108.514 em 31 de agosto; "Isso só comprova o que a gente já sabe: que o impeachment de Dilma não foi por crime, foi uma decisão política definida nos cantos escuros de Brasília e por motivos não republicanos", disse
Senador Humberto Costa (PE) afirmou que Michel Temer ampliou o número de cargos comissionados ainda quando interino para assegurar o impeachment de Dilma Rousseff; segundo o senador, o número total de cargos de confiança e funções gratificadas passou de 107.121, em maio, para 108.514 em 31 de agosto; "Isso só comprova o que a gente já sabe: que o impeachment de Dilma não foi por crime, foi uma decisão política definida nos cantos escuros de Brasília e por motivos não republicanos", disse (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - Apesar do discurso de cortes de gastos, o governo de Michel Temer (PMDB) vem ampliando o número de comissionados na sua gestão. Segundo dados do Portal da Transparência, o número total de cargos de confiança e funções gratificadas aumentou na atual gestão, passando de 107.121, em maio, para 108.514 em 31 de agosto. As contratações ocorreram no período que o peemedebista ainda era interino, ou seja, quando o processo de impeachment não havia sido finalizado.

Para o líder do PT no Senado, o inchamento da máquina pública por peemedebistas durante o processo de cassação do mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) reforça a tese de que muitos parlamentares trocaram cargos por votos favoráveis ao afastamento da presidente. "Isso só comprova o que a gente já sabe: que o impeachment de Dilma não foi por crime, foi uma decisão política definida nos cantos escuros de Brasília e por motivos não republicanos", afirmou o senador.

Humberto ainda lembrou que a ampliação de cargos comissionados no Governo Temer vai de encontro do discurso do peemedebista de diminuir custos. Ainda em junho, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, que prometeu cortar mais de quatro mil cargos. "O governo Temer cortou ministérios como o da Igualdade Racial e Direitos Humanos e o das Mulheres, com um discurso de reduzir custos, mas a verdade é que ele só fez aumentar a máquina", destacou o líder.

Para o senador, o governo Temer penaliza os mais pobres e mantém os privilégios das classes mais altas do poder. "O que vemos é um governo que dá às costas para a população que mais precisa, mas que distribui cargos e financia jantares de luxo para parlamentares de sua base", questionou Humberto.

*Com informações da Assessoria de Imprensa

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