Temer quer ‘dar’ Ferrovia Norte-Sul aos russos

Com viagem agendada para esta semana, o presidente Michel Temer vai oferecer aos russos a concessão de 1.257 km de linha férrea da Norte-Sul; ela ficou conhecida nos anos 80 do século passado como a ‘ferrovia que liga nada a lugar nenhum’ porque não tem saída para o mar; obra custou R$ 10,4 bilhões, uma construção de 30 anos recheada de histórias de desvio de recursos para esquemas de corrupção 

Com viagem agendada para esta semana, o presidente Michel Temer vai oferecer aos russos a concessão de 1.257 km de linha férrea da Norte-Sul; ela ficou conhecida nos anos 80 do século passado como a ‘ferrovia que liga nada a lugar nenhum’ porque não tem saída para o mar; obra custou R$ 10,4 bilhões, uma construção de 30 anos recheada de histórias de desvio de recursos para esquemas de corrupção 
Com viagem agendada para esta semana, o presidente Michel Temer vai oferecer aos russos a concessão de 1.257 km de linha férrea da Norte-Sul; ela ficou conhecida nos anos 80 do século passado como a ‘ferrovia que liga nada a lugar nenhum’ porque não tem saída para o mar; obra custou R$ 10,4 bilhões, uma construção de 30 anos recheada de histórias de desvio de recursos para esquemas de corrupção  (Foto: Voney Malta)

Tocantins 247 – Chamada nos anos 1980 de ‘ferrovia que liga nada a lugar nenhum’, porque não tem saída para mar, e com uma história de 30 anos de investimentos públicos com recursos desviados para esquemas de corrupção, será esse produto – a Ferrovia Norte-SUL - que o presidente Michel Temer vai oferecer como venda aos russos.

O presidente Temer embarca esta semana para a Rússia e oferecerá aos russos a concessão de 1.257 km de linha férrea ligando as cidades de Porto Nacional (TO) e Estrela d’Oeste (SP) construídos com R$ 10,4 bilhões em recursos públicos.

“Para chegar ao mar, a carga na Norte-Sul tem duas opções: ir ao porto de Santos (SP) passando pela Malha Paulista da concessionária Rumo-ALL ou seguir para o porto de Itaqui (MA), passando por linhas administradas pela VLI, pela estrada dos Carajás, da Vale, e pela Transnordestina. Em ambos os casos, ela precisará exercer o chamado direito de passagem, para poder circular por ferrovias de outros proprietários”, diz reportagem de Lu Aiko Otta, no Estadão.

 

 

Conheça a TV 247

Mais de Geral

Ao vivo na TV 247 Youtube 247