Tijolaço: empresa da “ração Doria” ia fazer adubo para prefeitura

O editor do Tijolaço, Fernando Brito, destaca o "rastro da tal Plataforma Sinergia, que João Doria Junior queria como produtora de sua "ração para pobre" e aponta que "ela já tinha procurado a Prefeitura, na gestão Gilberto Kassab, para um projeto de reaproveitamento de alimentos. Só que, em vez das bolotas de ração, o que ia ser produzido era "adubo para pequenos agricultores"", observa; Brito destaca que matérias veiculadas pela imprensa apontam que até agora "não apareceram responsáveis técnico-científicos pela ração, porque os integrantes da Sinergia são todos da área de marketing"

O editor do Tijolaço, Fernando Brito, destaca o "rastro da tal Plataforma Sinergia, que João Doria Junior queria como produtora de sua "ração para pobre" e aponta que "ela já tinha procurado a Prefeitura, na gestão Gilberto Kassab, para um projeto de reaproveitamento de alimentos. Só que, em vez das bolotas de ração, o que ia ser produzido era "adubo para pequenos agricultores"", observa; Brito destaca que matérias veiculadas pela imprensa apontam que até agora "não apareceram responsáveis técnico-científicos pela ração, porque os integrantes da Sinergia são todos da área de marketing"
O editor do Tijolaço, Fernando Brito, destaca o "rastro da tal Plataforma Sinergia, que João Doria Junior queria como produtora de sua "ração para pobre" e aponta que "ela já tinha procurado a Prefeitura, na gestão Gilberto Kassab, para um projeto de reaproveitamento de alimentos. Só que, em vez das bolotas de ração, o que ia ser produzido era "adubo para pequenos agricultores"", observa; Brito destaca que matérias veiculadas pela imprensa apontam que até agora "não apareceram responsáveis técnico-científicos pela ração, porque os integrantes da Sinergia são todos da área de marketing" (Foto: Paulo Emílio)

Por Fernando Brito, no Tijolaço - Chico Prado, de O Globo, finalmente, pega o rastro da tal Plataforma Sinergia, que João Doria Junior queria como produtora de sua "ração para pobre" e descobre que ela já tinha procurado a Prefeitura, na gestão Gilberto Kassab, para um projeto de reaproveitamento de alimentos.

Só que, em vez das bolotas de ração, o que ia ser produzido era "adubo para pequenos agricultores".

Chico reproduz trecho do protocolo de intenções assinado entre a Sinergia e a Prefeitura:

"O protocolo de intenções é para melhorar o tratamento de resíduos gerados por estabelecimentos do setor de turismo, principalmente hotéis, restaurantes e bares (...). A parceria propõe a compostagem de resíduos orgânicos para a produção de adubos, que serão usados por pequenos agricultores", diz trecho no D.O."

Dias depois, a Sinergia – que, segundo a assessoria de Kassab, não teve "condições logísticas" de levar em frente o adubo – partiu para uma nova versão. Foi atrás de um vereador para vender outro destino para a reciclagem de alimentos inservíveis: a produção da tal ração humana.

O curioso é que o assunto continue sendo tratado com algum grau de seriedade. Até agora não apareceu a fábrica da Sinergia ou a que ela contratou para fazer seus "biscoitinhos". Nem os responsáveis técnico-científicos pela ração, porque os integrantes da Sinergia são todos da área de marketing.

"A Plataforma Sinergia atua desde seu início em soluções ambientais e sociais de grande impacto e já realizou muitos eventos, parcerias e projetos. O projeto mencionado (de 2011) nada tem a ver com o projeto global de combate à fome, lançado em 2012", explicou a empresária" Rosana Perroti ao jornal, em mensagem.

Projeto global de combate à fome, não é pouca coisa, não. Os caras não são capazes de mostrar um moedor de carne e falam que vão salvar o mundo!

E eu vendo bondes e a Torre Eiffel, tá?

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