Tijolaço: morte de Morato abafa parte da “Turbulência”

Jornalista Fernando Brito repercute a morte do empresário Paulo César de Barros Morato, que tinha uma movimentação de R$ 24,5 milhões em suas contas, das quais R$ 18 milhões vindos da OAS pelo suposto aluguel de máquinas para obras de transposição do São Francisco e da refinaria Abreu e Lima; "Pode ter sido suicídio, pelo desespero de quem se viu flagrado. Pode ter sido homicídio, por quem não quis ser flagrado. O que não pode é, como se anuncia, é deixar a investigação ser conduzida pela polícia estadual de Pernambuco, controlada por um governo que se elegeu por conta das escolhas e da comoção pela morte de Campos"

Jornalista Fernando Brito repercute a morte do empresário Paulo César de Barros Morato, que tinha uma movimentação de R$ 24,5 milhões em suas contas, das quais R$ 18 milhões vindos da OAS pelo suposto aluguel de máquinas para obras de transposição do São Francisco e da refinaria Abreu e Lima; "Pode ter sido suicídio, pelo desespero de quem se viu flagrado. Pode ter sido homicídio, por quem não quis ser flagrado. O que não pode é, como se anuncia, é deixar a investigação ser conduzida pela polícia estadual de Pernambuco, controlada por um governo que se elegeu por conta das escolhas e da comoção pela morte de Campos"
Jornalista Fernando Brito repercute a morte do empresário Paulo César de Barros Morato, que tinha uma movimentação de R$ 24,5 milhões em suas contas, das quais R$ 18 milhões vindos da OAS pelo suposto aluguel de máquinas para obras de transposição do São Francisco e da refinaria Abreu e Lima; "Pode ter sido suicídio, pelo desespero de quem se viu flagrado. Pode ter sido homicídio, por quem não quis ser flagrado. O que não pode é, como se anuncia, é deixar a investigação ser conduzida pela polícia estadual de Pernambuco, controlada por um governo que se elegeu por conta das escolhas e da comoção pela morte de Campos" (Foto: Aquiles Lins)

Por Fernando Brito, do Tijolaço - No 20° aniversário da morte de Paulo Cesar Farias, outra morte misteriosa.

Horas depois de ser declarado fugitivo pela Polícia Federal, o empresário Paulo César de Barros Morato foi encontrado morto hoje à noite em um motel em Olinda, região metropolitana do Recife.

As informações são poucas sobre a morte, mas eram muitas já hoje à tarde, sobre os negócios.

Morato, pessoa de vida aparentemente modesta, tinha uma movimentação de R$ 24,5 milhões em suas contas.

R$ 18 milhões vindos da OAS pelo suposto aluguel de máquinas para obras de transposição do São Francisco e da refinaria Abreu e Lima, a serviço de empreiteira.

Detalhe: com uma empresa sem sede, sem pátio e, ao que se sabe, sem máquinas.

Pode ter sido suicídio, pelo desespero de quem se viu flagrado.

Pode ter sido homicídio, por quem não quis ser flagrado.

O que não pode é, como se anuncia, é deixar a investigação ser conduzida pela polícia estadual de Pernambuco, controlada por um governo que se elegeu por conta das escolhas e da comoção pela morte de Campos.

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