Tijolaço: se o DEM não quer Doria, Temer quer

O editor do Tijolaço, Fernando Brito, observa que se o DEM desistiu da candidatura de João Doria (PSDB), "desdenhando o prefeito de São Paulo e dizendo que preferia Luciano Huck", ainda "sobrou alguém, com grande poder para compensar o nenhum prestígio. Michel Temer, com quem conta para recuperar sua imagem de gestor, esburacada como as ruas paulistanas, com R$ 1 bilhão do BNDES"; Doria, o disponível, pode ser a alternativa para Temer, pois talvez não reste outra alternativa para ele, Doria", avalia Brito

O editor do Tijolaço, Fernando Brito, observa que se o DEM desistiu da candidatura de João Doria (PSDB), "desdenhando o prefeito de São Paulo e dizendo que preferia Luciano Huck", ainda "sobrou alguém, com grande poder para compensar o nenhum prestígio. Michel Temer, com quem conta para recuperar sua imagem de gestor, esburacada como as ruas paulistanas, com R$ 1 bilhão do BNDES"; Doria, o disponível, pode ser a alternativa para Temer, pois talvez não reste outra alternativa para ele, Doria", avalia Brito
O editor do Tijolaço, Fernando Brito, observa que se o DEM desistiu da candidatura de João Doria (PSDB), "desdenhando o prefeito de São Paulo e dizendo que preferia Luciano Huck", ainda "sobrou alguém, com grande poder para compensar o nenhum prestígio. Michel Temer, com quem conta para recuperar sua imagem de gestor, esburacada como as ruas paulistanas, com R$ 1 bilhão do BNDES"; Doria, o disponível, pode ser a alternativa para Temer, pois talvez não reste outra alternativa para ele, Doria", avalia Brito (Foto: Paulo Emílio)

Por Fernando Brito, no Tijolaço - A Folha diz hoje que o DEM desistiu da candidatura Dória.

Se é que já não tinha feito isso antes, como se registrou aqui com a manifestação do "paipai" Cesar Maia, desdenhando o prefeito de São Paulo e dizendo que preferia Luciano Huck.

Na Folha, diz-se que os demistas, porém, não "sentiram firmeza" em que Huck fosse tomar o seu táxi para a candidatura.

Ontem, o ex-padrinho de Doria, que virou farelo com a história da ração para pobre (hoje a FAO, organização alimentar da ONU, também divulgou seu "me inclua fora desta" em relação à tal farinata), Geraldo Alckmin não aliviou a provocação ao lançar um restaurante da rede Bom Prato:

"Esse será o restaurante de número 55 de um programa social que é o mais bem avaliado do Brasil, e oferece a quem está fora de casa uma alimentação de qualidade, balanceada, saborosa e quente por R$ 1. É promoção de saúde, afinal, a alimentação é equilibrada entre carboidratos, lipídios, sais minerais e vitaminas."

Nada de ração, só faltou dizer.

É de duvidar que reste a Doria a alternativa de ser governador de São Paulo, porque Alckmin não confia a ele nem mesmo um pacote de farinata.

Mas sobrou alguém, com grande poder para compensar o nenhum prestígio.

Michel Temer, com quem conta para recuperar sua imagem de gestor, esburacada como as ruas paulistanas, com R$ 1 bilhão do BNDES.

Doria, o disponível, pode ser a alternativa para Temer, pois talvez não reste outra alternativa para ele, Doria.

Como disse o pretendente a dono do resto do governo do governo, Rodrigo Maia: "em política não existem amiguinhos, muito menos para sempre".

Verdade, mas sempre é possível reciclar algo que vai perdendo a validade para virar ração eleitoral.

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