TJ solta todos os presos na Operação Sesmaria

O desembargador Joaquim Santana, do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), decidiu soltar todos os suspeitos presos na Operação Sesmaria; eles são acusados de esquema de grilagem de terras no interior do Estado; foram presos na operação os advogados Linconl Hermes Saraiva Guerra e Manoel de Sousa Cerqueira; o agrimensor José Robert Leal Rocha e o juiz aposentado Cícero Rodrigues, que atuava como advogado; Joaquim Santana é da 2º Câmara Especializada Criminal do TJ

O desembargador Joaquim Santana, do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), decidiu soltar todos os suspeitos presos na Operação Sesmaria; eles são acusados de esquema de grilagem de terras no interior do Estado; foram presos na operação os advogados Linconl Hermes Saraiva Guerra e Manoel de Sousa Cerqueira; o agrimensor José Robert Leal Rocha e o juiz aposentado Cícero Rodrigues, que atuava como advogado; Joaquim Santana é da 2º Câmara Especializada Criminal do TJ
O desembargador Joaquim Santana, do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), decidiu soltar todos os suspeitos presos na Operação Sesmaria; eles são acusados de esquema de grilagem de terras no interior do Estado; foram presos na operação os advogados Linconl Hermes Saraiva Guerra e Manoel de Sousa Cerqueira; o agrimensor José Robert Leal Rocha e o juiz aposentado Cícero Rodrigues, que atuava como advogado; Joaquim Santana é da 2º Câmara Especializada Criminal do TJ (Foto: Leonardo Lucena)

Piauí Hoje - O desembargador Joaquim Santana, do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ/PI), decidiu soltar neste domingo, 5, todos os suspeitos presos na Operação Sesmaria, deflagrada na última sexta-feira, 3.

Eles são acusados de esquema de grilagem de terras no interior do Estado. Foram presos na operação os advogados Linconl Hermes Saraiva Guerra e Manoel de Sousa Cerqueira; o agrimensor José Robert Leal Rocha e o juiz aposentado Cícero Rodrigues, que atuava como advogado. Joaquim Santana é da 2º Câmara Especializada Criminal do TJ.

Todos os suspeitos estavam detidos no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar. O promotor Rômulo Cordão, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), confirmou a decisão do desembargador.

Os suspeitos presos durante a Operação Sesmaria teriam participado da grilagem de 24 mil hectares de terras. Os alvos da operação são suspeitos de praticar crimes de falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva, peculato e formação de quadrilha.

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