Trabalhadores se mobilizam em preparação para greve geral

Em todo o Brasil, as principais centrais sindicais e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo realizam hoje (22), o Dia Nacional de Paralisação e Mobilização". Em Fortaleza, a programação de hoje começou às 8 horas, com um ato na avenida Duque de Caxias, em frente ao Banco do Brasil. No período da tarde, a partir das 13 horas, haverá outra manifestação, na avenida Borges de Melo, em frente à Oi Contax. A programaçào de hoje também prevê uma audiência pública, na Assembleia Legislativa, a partir das 15h, para debater a PEC 241/2016, que limita as despesas primárias da União e deverá prejudicar os serviços púbicos

Em todo o Brasil, as principais centrais sindicais e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo realizam hoje (22), o Dia Nacional de Paralisação e Mobilização". Em Fortaleza, a programação de hoje começou às 8 horas, com um ato na avenida Duque de Caxias, em frente ao Banco do Brasil. No período da tarde, a partir das 13 horas, haverá outra manifestação, na avenida Borges de Melo, em frente à Oi Contax. A programaçào de hoje também prevê uma audiência pública, na Assembleia Legislativa, a partir das 15h, para debater a PEC 241/2016, que limita as despesas primárias da União e deverá prejudicar os serviços púbicos
Em todo o Brasil, as principais centrais sindicais e as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo realizam hoje (22), o Dia Nacional de Paralisação e Mobilização". Em Fortaleza, a programação de hoje começou às 8 horas, com um ato na avenida Duque de Caxias, em frente ao Banco do Brasil. No período da tarde, a partir das 13 horas, haverá outra manifestação, na avenida Borges de Melo, em frente à Oi Contax. A programaçào de hoje também prevê uma audiência pública, na Assembleia Legislativa, a partir das 15h, para debater a PEC 241/2016, que limita as despesas primárias da União e deverá prejudicar os serviços púbicos (Foto: Fatima 247)

Em todo o Brasil, as principais centrais sindicais – CUT, CTB, UGT, Força, NCST, CSP-Conlutas e Intersindical, além das diversas entidades que formam as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo realizam hoje (22), o Dia Nacional de Paralisação e Mobilização". Paralisações, atrasos na entrada, assembleias nas portas dos locais de trabalho, passeatas e manifestações ocorrerão durante o dia em todo o País. As manifestações são uma preparação para a greve geral que está sendo organizada, em defesa da democracia e dos direitos dos trabalhadores.

Em Fortaleza, a programação de hoje começou às 8 horas, com um ato na avenida Duque de Caxias, em frente ao Banco do Brasil. No período da tarde, a partir das 13 horas, haverá outra manifestação, na avenida Borges de Melo, em frente à Oi Contax.

Como parte da programação também haverá hoje, no período da tarde, uma audiência pública, na Comissão de Orçamento, Finanças e Tributação da Assembleia Legislativa a partir das 15h, para debater a Proposta de Emenda Constitucional  (PEC) 241/2016, que limita as despesas primárias da União aos gastos do ano anterior, corrigidos pela inflação oficial. O evento atende a requerimento do deputado Elmano Freitas (PT) e será no Complexo de Comissões Técnicas da AL.

A audiência contará com representantes da CUT, Central dos Trabalhadores do Brasil, Federação dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal, Mova-SE, Fetraece, Sindicato Apeoc, Sindicato dos Comerciários, Sindeletro, Sindifisco, Ministério Público Estadual, Defensoria Pública Estadual e Frente dos Juristas pela Democracia/CE. 

De acordo com o deputado Elmano de Freitas, a PEC viola o artigo 60 da Constituição Federal, que proíbe emenda constitucional visando “abolir direitos e garantias individuais”. Conforme explica o petista, na exposição de motivos da emenda, “o Governo Temer explicita que a razão da crise financeira do País são os excessivos gastos públicos do Estado brasileiro”. Mas, mesmo que o País volte a crescer, com a PEC, o governo só poderá reajustar o gasto atual pela inflação, segundo Elmano Freitas.

"A PEC 241 é o retrato político-ideológico do Governo Temer e seu alinhamento exacerbado com a classe dominante representada pelos financistas”, afirma o parlamentar. Conforme o deputado, o dispositivo constitucional busca preservar o orçamento para a classe mais favorecida, mantendo intocável a taxa de juros e o pagamento da dívida pública e retirando recursos das políticas públicas.

 

 

 

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