Trabalho de Thiago Peixoto na Cultura é exaltado

A gestão do deputado federal Thiago Peixoto (PSD-GO) foi exaltada por parlamentares componentes da Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados; goiano deixou a presidência do colegiado nesta quarta-feira (11); ios elogios, ressaltando a postura democrática, o diálogo e a convergência de ideia, vieram de diferentes campos políticos, como PCdoB, PSOL e PSC; o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, também destacou o trabalho de Thiago à frente da CCult

thiago peixoto
thiago peixoto (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - A gestão do deputado federal Thiago Peixoto (PSD-GO) foi exaltada por parlamentares componentes da Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados. O goiano deixou a presidência do colegiado nesta quarta-feira (11/4). Os elogios, ressaltando a postura democrática, o diálogo e a convergência de ideia, vieram de diferentes campos políticos, como PCdoB, PSOL e PSC. O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, também destacou o trabalho de Thiago à frente da CCult. A presidência da comissão foi passada para Raquel Muniz (PSD/MG).

“O deputado Thiago comandou muito bem essa comissão. Ele conduziu, com postura democrática, uma pauta intensa voltada para os fazedores de cultura do nosso país”, disse Luciana Santos (PCdoB/PE). “O deputado Thiago Peixoto fez uma gestão democrática e participativa. Ele primou pelo diálogo e a convergência entre os deputados desta comissão”, acrescentou Jean Wyllys (PSOL/RJ). “O deputado Thiago sempre foi mundo ponderado e equilibrado, mas, ao mesmo tempo, tendo uma postura firme em relação à responsabilidade da presidência”, reforçou Flavinho (PSC/SP).

O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, com quem Thiago Peixoto teve uma audiência na quarta, lembrou o diálogo franco e aberto entre o ministério e a Comissão de Cultura ao longo da gestão do goiano. Ele ressaltou que o trabalho desenvolvido pelo deputado na comissão foi importante para a retomada do setor cultural nacional ao longo de 2017. Entre os temas de aproximação entre os dois poderes no ano passado, um dos mais relevantes foi a importância dos instrumentos da Lei Rouanet, principal mecanismo de financiamento do setor cultural atualmente no Brasil.

Ao longo do ano em que esteve à frente do colegiado, o goiano deixou como marca o mandato mais produtivo da CCult desde a sua criação. Em sua gestão, ele procurou pautar os temas mais diversos e opostos. “Tentamos sempre ter uma visão democrática e ouvir todas as partes e os diferentes setores. Creio que, acima de tudo, o que tem que prevalecer é o bem da Cultura nacional”, disse.

Thiago Peixoto foi o primeiro representante de Goiás a presidir o colegiado. “Para mim foi uma honra muito grande. Venho de uma família com fortes raízes na Cultura Goiana e, desde criança, fui um grande consumidor de bens culturais, como música, literatura e cinema. Sempre acompanhei o setor de perto. Mas aqui na Câmara, na Comissão de Cultura, passei a ter uma visão muito mais rica e diferenciada, pois pude ver de muito mais perto como as coisas funcionam e tentei contribuir o máximo”, afirmou.

Uma preocupação que o presidente teve foi de destacar setores que tradicionalmente não estão inseridos no debate nacional, como festivais de música independente e arte de rua, por exemplo. Thiago Peixoto também fez uma ação forte para dar atenção à Cultura goiana a partir da comissão, ele estabeleceu, por exemplo, um amplo diálogo com o Conselho Estadual de Cultura de Goiás, que contribuiu com a indicação de vários assuntos que podem vir a se tornar projetos de leis no âmbito do Congresso.

 

Produtividade alta

Em 2017, a Comissão de Cultura teve 23 reuniões ordinárias nas quais foram apreciadas e votadas 131 proposições. Além disso, foram 168 eventos e atividades extras como seminários, audiências públicas e expressos 168 (reuniões temáticas que ocorrem fora das dependências da comissão e da Câmara). Sobre ter estado à frente do ano mais produtivo da CCult, Thiago acredita que isso ocorreu pela postura mais aberta. “Tentamos fazer um trabalho democrático, colocando em discussão e votação todo tipo de assunto. Com isso, houve uma participação grande os parlamentares e fechamos o ano com um desempenho significativo”, explica.

Ele credita o bom desempenho à colaboração dos deputados que compuseram a Comissão de Cultura no ano passado. “Nada disso teria ocorrido sem a sensibilidade dos colegas parlamentares, que foram participativos, presentes e nos ajudaram a dar ao debate um bom nível, mesmo nos momentos de tensionamento. No final, sempre prevaleceu o bom diálogo”, salientou Thiago Peixoto. Um dos temas presentes no ano na comissão foi o debate entre setores religiosos e defensores da diversidade de gênero.

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