Trensurb vai à Justiça contra metroviários

A Trensurb informou, por meio de nota que adotará medidas judiciais com o objetivo de garantir a retomada da circulação de trens na Região Metropolitana de Porto Alegre; de acordo com a empresa, a greve da categoria é considerada abusiva; "Os motivos apresentados extrapolam as relações de trabalho", diz o texto

A Trensurb informou, por meio de nota que adotará medidas judiciais com o objetivo de garantir a retomada da circulação de trens na Região Metropolitana de Porto Alegre; de acordo com a empresa, a greve da categoria é considerada abusiva; "Os motivos apresentados extrapolam as relações de trabalho", diz o texto
A Trensurb informou, por meio de nota que adotará medidas judiciais com o objetivo de garantir a retomada da circulação de trens na Região Metropolitana de Porto Alegre; de acordo com a empresa, a greve da categoria é considerada abusiva; "Os motivos apresentados extrapolam as relações de trabalho", diz o texto (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio Grande do Sul 247 – A Trensurb informou, por meio de nota, nesta segunda-feira (16), que adotará medidas judiciais com o objetivo de garantir a retomada da circulação de trens na Região Metropolitana de Porto Alegre. De acordo com a empresa, a greve da categoria é considerada abusiva. "Os motivos apresentados extrapolam as relações de trabalho", diz o texto.

Os metroviários estão em greve, desde a última sexta-feira (13), por conta do reajuste no Plano de Saúde dos funcionários, fixado em 45% pela Unimed. De acordo com a categoria, o pagamento referente ao plano é abusivo levando em conta o salário de cada trabalhar.

Segundo a categoria, um trabalhador com um salário inicial de R$ 1,3 mil tem 10% do seu salário descontado para custear o plano de saúde. "Ele paga o mesmo valor que o dono da empresa, sendo que seu salário é bem inferior. Isso é desproporcional", disse, na última sexta-feira (13), o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e Conexas do Estado do Rio Grande do Sul (Sindimetrô), Luis Henrique Chagas,

Em entrevista ao Correio do Povo, nesta segunda-feira (16), o sindicalista frisou que segue aguardando um posicionamento da empresa. "Até agora, ninguém se manifestou. Portanto, a greve está mantida", disse. Os metroviários reivindicam, também, melhores condições de trabalho e aumento do efetivo de funcionários.

Já a Transurb afirma que o percentual que índice sobre o desconto dos valores para custear o plano de saúde, tendo como base as faixas salariais, foi um pedido do próprio sindicato. A empresa disse, ainda, que está à disposição para negociar com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e Conexas do Estado do Rio Grande do Sul (Sindimetrô/RS).

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