TRF4 julgará HC para que Tacla Duran seja ouvido

O TRF4, sediado em Porto Alegre, julgará na próxima quarta-feira (21) o habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para que o advogado Tacla Duran seja ouvido no incidente de falsidade; foi feito um levantamento de documentos com indícios de adulterações apresentados na delação da Odebrecht e utilizado pelo MPF na ação sobre o apartamento vizinho ao de Lula e o imóvel para o Instituto Lula

O TRF4, sediado em Porto Alegre, julgará na próxima quarta-feira (21) o habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para que o advogado Tacla Duran seja ouvido no incidente de falsidade; foi feito um levantamento de documentos com indícios de adulterações apresentados na delação da Odebrecht e utilizado pelo MPF na ação sobre o apartamento vizinho ao de Lula e o imóvel para o Instituto Lula
O TRF4, sediado em Porto Alegre, julgará na próxima quarta-feira (21) o habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para que o advogado Tacla Duran seja ouvido no incidente de falsidade; foi feito um levantamento de documentos com indícios de adulterações apresentados na delação da Odebrecht e utilizado pelo MPF na ação sobre o apartamento vizinho ao de Lula e o imóvel para o Instituto Lula (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - O Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF4), sediado em Porto Alegre, julgará na próxima quarta-feira (21) o habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para que o advogado Tacla Duran seja ouvido no incidente de falsidade. A informação é do Jornal GGN.

Foi feito um levantamento de documentos com indícios de adulterações apresentados na delação da Odebrecht e utilizado pelo Ministério Público Federal na ação sobre o apartamento vizinho ao de Lula e o imóvel para o Instituto Lula. Em depoimento à CPMI da JBS, Tacla afirmou ter informações e provas sobre adulteração de documentos nos sistemas da Odebrecht.

O juiz Sérgio Moro, responsável pelo julgamento dos processos da Operação Lava Jato em primeiro instância, havia indeferido duas vezes a oitiva de Duran, alegando que "pessoa envolvida com crime" não merece credibilidade.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247