TRT vai julgar dissídio e ilegalidade da greve dos rodoviários

Com a rejeição por parte dos rodoviários do índice de conciliação proposto, o Tribunal Regional do Trabalho vai julgar a ação movida pelas empresas, que pedem a ilegalidade da greve; empresários e trabalhadores voltam a se reunir ainda nesta terça-feira (1) e nessa audiência, o TRT vai decidir como será a operação para manutenção dos 30%  da operação, percentual obrigatório conforme a lei de greve

Com a rejeição por parte dos rodoviários do índice de conciliação proposto, o Tribunal Regional do Trabalho vai julgar a ação movida pelas empresas, que pedem a ilegalidade da greve; empresários e trabalhadores voltam a se reunir ainda nesta terça-feira (1) e nessa audiência, o TRT vai decidir como será a operação para manutenção dos 30%  da operação, percentual obrigatório conforme a lei de greve
Com a rejeição por parte dos rodoviários do índice de conciliação proposto, o Tribunal Regional do Trabalho vai julgar a ação movida pelas empresas, que pedem a ilegalidade da greve; empresários e trabalhadores voltam a se reunir ainda nesta terça-feira (1) e nessa audiência, o TRT vai decidir como será a operação para manutenção dos 30%  da operação, percentual obrigatório conforme a lei de greve (Foto: Voney Malta)
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Por eassim.net - Com a rejeição, pelos rodoviários, do índice de conciliação proposto pelo desembargador Pedro Inácio, o Tribunal Regional do Trabalho vai julgar a ação movida pelas empresas, que pedem a ilegalidade da greve. Diante dos dirigentes do Sinttro, ontem, o magistrado alertou que, se o reajuste da categoria for decidido em dissídio coletivo, dificilmente o índice será maior que 2,56%.

Pelo que ficou acertado no TRT, empresários e trabalhadores voltam a se reunir logo mais às 11h30. Nessa audiência, o Tribunal vai decidir como será a operação para manutenção dos 30%  da operação, percentual obrigatório conforme a lei de greve.

Milhares de maceioenses penaram, na manhã de hoje, para chegar ao trabalho e a compromissos diversos. Muita gente ficou sem alternativa, e permaneceu em casa, enquanto outros foram assacados por mototaxistas e motoristas do transporte intermunicipal que, diante da falta de ônibus, cobram entre R$ 6 e R$ 15 pela passagem, conforme a distância a ser percorrida.

Enquanto isso, os rodoviários rejeitaram a proposta de 4,5%, exigindo 6% de reajuste nos salários e 8% no tíquete alimentação. Segundo a direção do Sindicato, esse foi o percentual conquistado pela categoria, em Recife (PE).

Com a decisão, os ônibus permanecem nas garagens, e a população fica sem transporte. A assembleia aconteceu na garagem da empresa Viação São Francisco, no bairro de Santa Amélia.

 

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