TSE inocenta Kátia Abreu de doação ilegal na CNA

Ministra Luciana Lóssio, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou em decisão monocrática o recurso da Procuradoria Geral Eleitoral, que acusava a senadora Kátia Abreu (PMDB) de usar a Confederação Nacional da Agricultura (CNA) para beneficiar a campanha a deputado federal do filho, Irajá Abreu (PSD); para a ministra, “não se pode inferir que houve movimentação indevida dos recursos arrecadados durante o período eleitoral, apenas pelo fato de terem sido arrecadados mediante boletos bancários, cujos doadores não puderam em parte ser identificados”

Ministra Luciana Lóssio, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou em decisão monocrática o recurso da Procuradoria Geral Eleitoral, que acusava a senadora Kátia Abreu (PMDB) de usar a Confederação Nacional da Agricultura (CNA) para beneficiar a campanha a deputado federal do filho, Irajá Abreu (PSD); para a ministra, “não se pode inferir que houve movimentação indevida dos recursos arrecadados durante o período eleitoral, apenas pelo fato de terem sido arrecadados mediante boletos bancários, cujos doadores não puderam em parte ser identificados”
Ministra Luciana Lóssio, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou em decisão monocrática o recurso da Procuradoria Geral Eleitoral, que acusava a senadora Kátia Abreu (PMDB) de usar a Confederação Nacional da Agricultura (CNA) para beneficiar a campanha a deputado federal do filho, Irajá Abreu (PSD); para a ministra, “não se pode inferir que houve movimentação indevida dos recursos arrecadados durante o período eleitoral, apenas pelo fato de terem sido arrecadados mediante boletos bancários, cujos doadores não puderam em parte ser identificados” (Foto: Aquiles Lins)
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Tocantins 247 - A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Luciana Lóssio proferiu decisão monocrática, na quinta-feira, 11, em que negou provimento ao recurso da Procuradoria Geral Eleitoral, que acusava a senadora Kátia Abreu (PMDB) e o deputado federal Irajá Abreu (PSD) de abuso de poder econômico nas eleições de 2010. 

Kátia Abreu é acusada de usar a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), da qual é presidente, para promover arrecadação ilícita de dinheiro em campanhas políticas de 2010 e de ter beneficiado a candidatura do filho.

A Ministra do TSE sentenciou que “não se pode inferir, entretanto, que houve movimentação indevida dos recursos arrecadados durante o período eleitoral, apenas pelo fato de terem sido arrecadados mediante boletos bancários, cujos doadores não puderam em parte ser identificados.”

Sentencia mais a ministra Luciana Lóssio, do Tribunal Superior Eleitoral: “Ademais, os valores doados para a campanha de alguns dos recorridos nestes autos, candidatos nas eleições de 2010, foi registrado na prestação de contas do partido e dos candidatos beneficiados, o que também demonstra a destinação dos recursos arrecadados.

Entenda

Em 2010 Kátia Abreu, como presidente da CNA, enviou 600 mil boletos de cobrança, no valor de R$ 100 cada, para produtores rurais de todo o país, solicitando seu pagamento como forma de doação a campanhas eleitorais de candidatos ligados ao agronegócio.

Do total arrecadado, R$ 708.724,17 foram repassados para o diretório do DEM do Tocantins, do qual Kátia Abreu era presidente. Desse valor, o filho da senadora recebeu, em setembro de 2010, dois depósitos de R$ 100 mil cada.

Clique aqui e leia a decisão da ministra Luciana Lóssio.

 

Leia também: Mais um pepino para Kátia: doações ilegais

TSE julga se Kátia usou a CNA para beneficiar o filho


 





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