Turma de Aécio omitiu doações da Odebrecht

Enquanto o ex-executivo da Odebrecht Infraestrutura Benedicto Júnior afirmou que houve pagamento de R$ 6 milhões em caixa 2 para as campanhas eleitorais de Pimenta da Veiga (PSDB) ao governo mineiro, Antonio Anastasia (PSDB) ao Senado e Dimas Fabiano (PP) a deputado federal, em 2014 o montante declarado pelos candidatos e pelo PSDB mineiro ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como doações recebidas das empresas do grupo foi de apenas 25% deste montante, R$ 1,5 milhão; Anastasia foi o relator do golpe parlamentar de 2016 no Senado e Dimas Fabiano é filho de Dimas Toledo, apontado como operador de propinas de Aécio em Furnas

Enquanto o ex-executivo da Odebrecht Infraestrutura Benedicto Júnior afirmou que houve pagamento de R$ 6 milhões em caixa 2 para as campanhas eleitorais de Pimenta da Veiga (PSDB) ao governo mineiro, Antonio Anastasia (PSDB) ao Senado e Dimas Fabiano (PP) a deputado federal, em 2014 o montante declarado pelos candidatos e pelo PSDB mineiro ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como doações recebidas das empresas do grupo foi de apenas 25% deste montante, R$ 1,5 milhão; Anastasia foi o relator do golpe parlamentar de 2016 no Senado e Dimas Fabiano é filho de Dimas Toledo, apontado como operador de propinas de Aécio em Furnas
Enquanto o ex-executivo da Odebrecht Infraestrutura Benedicto Júnior afirmou que houve pagamento de R$ 6 milhões em caixa 2 para as campanhas eleitorais de Pimenta da Veiga (PSDB) ao governo mineiro, Antonio Anastasia (PSDB) ao Senado e Dimas Fabiano (PP) a deputado federal, em 2014 o montante declarado pelos candidatos e pelo PSDB mineiro ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como doações recebidas das empresas do grupo foi de apenas 25% deste montante, R$ 1,5 milhão; Anastasia foi o relator do golpe parlamentar de 2016 no Senado e Dimas Fabiano é filho de Dimas Toledo, apontado como operador de propinas de Aécio em Furnas (Foto: Aquiles Lins)

Minas 247 - Os candidatos do PSDB mineiro para os quais o senador Aécio Neves (PSDB-MG) pediu e recebeu dinheiro de caixa dois da Odebrecht, segundo o ex-presidente da Odebrcht Infraestrutura Benedicto Júnior, declararam à Justiça Eleitoral um valor bem menor daquele que efetivamente teriam recebido. 

Segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo, enquanto BJ afirmou que houve pagamento de R$ 6 milhões em caixa 2 para as campanhas eleitorais de Pimenta da Veiga (PSDB) ao governo mineiro, Antonio Anastasia (PSDB) ao Senado e Dimas Fabiano (PP) a deputado federal, em 2014 o montante declarado pelos candidatos e pelo PSDB mineiro ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como doações recebidas das empresas do grupo foi de apenas 25% deste montante, R$ 1,5 milhão.

Dimas Fabiano é o filho de Dimas Toledo, ex-diretor de Furnas, acusado de ser o operador de propinas de Aécio na estatal de energia. Já Anastasia foi relator do golpe parlamentar contra a presidente Dilma Rousseff no Senado.

A campanha de Pimenta declarou ter recebido apenas R$ 200 mil de forma direta da Construtora Norberto Odebrecht, além de outros R$ 780 mil repassados pelo diretório estadual tucano. A campanha de Anastasia registra apenas R$ 50 mil em doação direta da construtora, além de R$ 112 mil vindos da campanha de Pimenta. No caso de Dimas, não há registro do recebimento de qualquer doação.

Benedicto Júnior falou ainda em outros R$ 3 milhões de caixa 2 para o pagamento de um marqueteiro da campanha do senador Aécio Neves à Presidência da República. Há doações registradas de R$ 4 milhões ao candidato e R$ 12,6 milhões ao diretório nacional tucano no sistema do Tribunal Superior Eleitoral.

O PSDB mineiro afirma, por meio de nota, que "todas as doações recebidas nas campanhas do partido em 2014 foram devidamente registradas na Justiça Eleitoral, conforme determina a Lei". Diz ainda que "as prestações de contas do Partido e dos candidatos Pimenta da Veiga e Antonio Anastasia foram aprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG)".

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