Um ano da morte de Dandara e ninguém foi julgado

Completa hoje (15), um ano do assassinato da travesti Dandara dos Santos. Dez pessoas foram identificadas como os autores do crimes, mas até agora, ninguém foi julgado. A deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) propôs a criação da Lei Dandara, que pretende alterar o Código Penal para prever o LGBTcídio como homicídio qualificado, inserindo-o no rol dos crimes hediondos

Completa hoje (15), um ano do assassinato da travesti Dandara dos Santos. Dez pessoas foram identificadas como os autores do crimes, mas até agora, ninguém foi julgado. A deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) propôs a criação da Lei Dandara, que pretende alterar o Código Penal para prever o LGBTcídio como homicídio qualificado, inserindo-o no rol dos crimes hediondos
Completa hoje (15), um ano do assassinato da travesti Dandara dos Santos. Dez pessoas foram identificadas como os autores do crimes, mas até agora, ninguém foi julgado. A deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) propôs a criação da Lei Dandara, que pretende alterar o Código Penal para prever o LGBTcídio como homicídio qualificado, inserindo-o no rol dos crimes hediondos (Foto: Fatima 247)

Ceara 247 - Completa hoje (15), um ano do assassinato da travesti Dandara dos Santos. Dez pessoas foram identificadas como os autores do crimes, sendo sete homens adultos e três adolescentes. Todos foram indiciados por homicídio qualificado, mas até agora, ninguém foi julgado.

Para a deputada federal Luizianne Lins (PT-CE), a ausência de uma legislação de proteção aos LGBTs os coloca em uma vulnerabilidade crescente. Segundo ela, o Brasil vem sendo denunciado por organismo internacionais como o país que mais mata LGBTs.

Nesse sentido, a deputada propôs a criação da Lei Dandara, que pretende alterar o Código Penal para prever o LGBTcídio como homicídio qualificado, inserindo-o no rol dos crimes hediondos.

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