Um ano prefeito, João não tem alternativa para Saúde

Sem conseguir colocar para funcionar em Aracaju as organizações sociais, consideradas "a privatização da saúde", João inicia segundo ano de mandato sem dar respostas às principais demandas do setor; serviços continuam com baixa qualidade, postos ainda estão cheios, consultas e exames demoram muito para ser realizados; quando candidato, João dizia que problema na saúde de Aracaju era, sobretudo, de gestão; como prefeito, reclama da falta de recursos; secretária da pasta, Goretti Reis, e o adjunto, Petrônio Gomes, críticos ferrenhos do setor nas gestões passadas e no governo do Estado, mostraram que são bons apenas para apontar ; nenhuma promessa de João na campanha 2012 foi cumprida na saúde

Sem conseguir colocar para funcionar em Aracaju as organizações sociais, consideradas "a privatização da saúde", João inicia segundo ano de mandato sem dar respostas às principais demandas do setor; serviços continuam com baixa qualidade, postos ainda estão cheios, consultas e exames demoram muito para ser realizados; quando candidato, João dizia que problema na saúde de Aracaju era, sobretudo, de gestão; como prefeito, reclama da falta de recursos; secretária da pasta, Goretti Reis, e o adjunto, Petrônio Gomes, críticos ferrenhos do setor nas gestões passadas e no governo do Estado, mostraram que são bons apenas para apontar ; nenhuma promessa de João na campanha 2012 foi cumprida na saúde
Sem conseguir colocar para funcionar em Aracaju as organizações sociais, consideradas "a privatização da saúde", João inicia segundo ano de mandato sem dar respostas às principais demandas do setor; serviços continuam com baixa qualidade, postos ainda estão cheios, consultas e exames demoram muito para ser realizados; quando candidato, João dizia que problema na saúde de Aracaju era, sobretudo, de gestão; como prefeito, reclama da falta de recursos; secretária da pasta, Goretti Reis, e o adjunto, Petrônio Gomes, críticos ferrenhos do setor nas gestões passadas e no governo do Estado, mostraram que são bons apenas para apontar ; nenhuma promessa de João na campanha 2012 foi cumprida na saúde (Foto: Valter Lima)

Valter Lima, do Sergipe 247 - Há um ano no cargo de prefeito de Aracaju, cargo para o qual foi eleito em primeiro turno, João Alves Filho (DEM) não tem ainda solução para o principal problema da cidade: a saúde pública. Com promessa de dirimir os transtornos causados pela baixa qualidade do serviço e acabar com a superlotação de postos e a imensa demanda por consultas, exames e medicamentos, o prefeito não foi além da proposta de implantação das organizações sociais na gestão da saúde da capital, ideia embargada pela Justiça. Sem este mecanismo, que é muito questionado por entidades médicas e sindicatos, João não deu outra opção ao sistema. E para 2014, ele não muda o discurso: "Em janeiro será julgada a Ação em relação às Organizações Sociais (OS). A partir daí, a Saúde Pública dará um salto na qualidade", disse, na última entrevista de 2013.

Como é dito por todo gestor público, seja prefeito ou governador, o problema principal da saúde está em seu financiamento. João reclama da inadequação dos valores repassados pelo governo federal, que paga um valor insignificante, resultado de dez anos sem reajustes na tabela do Sistema Único de Saúde (SUS). "Hoje, a tabela do SUS nos repassa R$ 4,70 pela realização de um eletrocardiograma, cabendo a Prefeitura de Aracaju pagar o restante do exame que chega a custar 20 vezes mais", exemplifica. João também reclama da alta demanda gerada pelos demais municípios do Estado para a capital causando "um déficit terrível". 

As duas ponderações do prefeito são justas, reais. Mas a falta de uma ação mais propositiva e criativa da atual gestão engessam ainda mais o sistema municipal. Não há, neste primeiro ano da administração do DEM, em Aracaju, um destaque altamente positivo em relação à Saúde. As ações desenvolvidas pela secretária Goretti Reis, enfermeira e deputada estadual do DEM (que integrava a base de oposição ao governo na Assembleia Legislativa), tendo como adjunto um médico, Petrônio Gomes, que era, até ocupar o cargo, o presidente da Sociedade Médica de Sergipe (Somese), são básicas, cumprem tabela, mas não inovam, nem mesmo renovam o que estava dando certo na gestão passada.

Críticos ferrenhos do serviço de saúde, João, Goretti e Petrônio não mostraram, na prática, o que tão bem apontavam na verborragia. Nem mesmo cumpriram o que foi prometido na campanha de 2012. "A saúde de Aracaju tem solução. Será uma das prioridades do meu governo", disse o João candidato, hoje tão desconectado do João prefeito. E o que ele falou mais? Que o problema da saúde na capital era, sobretudo, de gestão. Ele prometeu priorizar a medicina preventiva, elevando o papel dos agentes de saúde e modernizando o Samu, além de criar o Pró-Mulher municipal e construir uma maternidade no bairro Santa Maria. Não deu, até o momento, um passo em direção a qualquer uma dessas direções. 

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