Um dos suspeitos de planejar ataque terrorista foi preso no Ceará

Entre os dez suspeitos de planejar ataques terroristas no Brasil, um foi preso no Ceará, durante a Operação Hashtag, deflaragda nesta quinta (21) pela Polícia Federal. Outros mandados de prisão foram executados nos estados do Amazonas, Paraíba, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. "Eles passaram de simples comentários sobre Estado Islâmico e terrorismo para atos preparatórios", disse o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes

Entre os dez suspeitos de planejar ataques terroristas no Brasil, um foi preso no Ceará, durante a Operação Hashtag, deflaragda nesta quinta (21) pela Polícia Federal. Outros mandados de prisão foram executados nos estados do Amazonas, Paraíba, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. "Eles passaram de simples comentários sobre Estado Islâmico e terrorismo para atos preparatórios", disse o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes
Entre os dez suspeitos de planejar ataques terroristas no Brasil, um foi preso no Ceará, durante a Operação Hashtag, deflaragda nesta quinta (21) pela Polícia Federal. Outros mandados de prisão foram executados nos estados do Amazonas, Paraíba, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. "Eles passaram de simples comentários sobre Estado Islâmico e terrorismo para atos preparatórios", disse o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará247 - A Operação Hashtag, deflagrada nesta quinta (21) pela Polícia Federal, prendeu dez suspeitos de planejar atentados terroristas no Brasil. As prisões, conforme o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, ocorreram em 10 estados – inclusive o Ceará - e todos os detidos são brasileiros. De acordo com o ministro, o grupo se comunicava por aplicativos de trocas de mensagens.

"Eles passaram de simples comentários sobre Estado Islâmico e terrorismo para atos preparatórios", disse o ministro, em entrevista à imprensa, sobre a operação que investiga possível participação de brasileiros em organização criminosa de alcance internacional, como uma célula do Estado Islâmico no país.

Conforme o ministro, trata-se de um grupo amador que, no entanto, não pode ser ignorado pelas forças de segurança pública. “Era uma célula amadora, sem nenhum preparo planejado. Uma célula organizada não tentaria comprar uma arma pela internet. É uma célula desorganizada”, acrescentou.

Moraes informou que, além do juramento ao Estado Islâmico feito, pela internet, conhecido como “batismo”, não houve contato direto dos brasileiros com o Estado Islâmico por e-mail ou pessoalmente. Também não há indícios de que eles recebiam financiamento do EI.

Polícia Federal

Em nota, a Polícia Federal informou que cerca de 130 policias participaram da ação. Os mandados de prisão foram executados nos estados do Amazonas, Ceará, da Paraíba, de Goiás, Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Paraná, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. Foram dez prisões temporárias, duas conduções coercitivas e 19 buscas e apreensões. 

Segundo a PF, primeira operação policial após a publicação da Lei 13.260/2016, que trata de terrorismo. 

"As investigações tiveram início em abril com o acompanhamento de redes sociais pela Divisão Antiterrorismo da Polícia Federal - DAT. Os envolvidos participavam de um grupo virtual denominado Defensores da Sharia e planejavam adquirir armamentos para cometer crimes no Brasil e até mesmo no exterior", diz a nota. 

Os investigados vão responder pelos crimes de promoção de organização terrorista e realização de atos preparatórios de terrorismo. A pena para o primeiro crime é de cinco a oito anos de prisão, além do pagamento de multa. Para quem executa atos preparatórios, a pena varia de três a 15 anos de prisão.

(Com informações da Agência Brasil)

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