União quer recuperar R$ 74 milhões desviados em Minas

O Ministério da Transparência tenta reaver R$ 74 milhões de recursos públicos destinados ao Estado de Minas Gerais que não tiveram as prestações de contas aprovadas; levantamento foi apurado pela Controladoria-Geral da União (CGU); em todo o país o valor das irregularidades atinge R$ 2,6 bilhões nos contratos de bolsas de estudos, prestações de contas inexistentes, convênios executados de forma parcial superfaturamento na contratação de obras e serviços

O Ministério da Transparência tenta reaver R$ 74 milhões de recursos públicos destinados ao Estado de Minas Gerais que não tiveram as prestações de contas aprovadas; levantamento foi apurado pela Controladoria-Geral da União (CGU); em todo o país o valor das irregularidades atinge R$ 2,6 bilhões nos contratos de bolsas de estudos, prestações de contas inexistentes, convênios executados de forma parcial superfaturamento na contratação de obras e serviços
O Ministério da Transparência tenta reaver R$ 74 milhões de recursos públicos destinados ao Estado de Minas Gerais que não tiveram as prestações de contas aprovadas; levantamento foi apurado pela Controladoria-Geral da União (CGU); em todo o país o valor das irregularidades atinge R$ 2,6 bilhões nos contratos de bolsas de estudos, prestações de contas inexistentes, convênios executados de forma parcial superfaturamento na contratação de obras e serviços (Foto: Voney Malta)

Minas 247 – R$ 74 milhões em recursos públicos destinados a Minas Gerais, mas que não tiveram as prestações de contas aprovadas, estão no radar do Ministério da Transparência para serem recuperados. Esse montante foi calculado pela Controladoria-Geral da União (CGU), após ter encontrado irregularidades nos contratos de bolsas de estudos, prestações de contas inexistentes, convênios executados de forma parcial superfaturamento na contratação de obras e serviços, entre outros.

Nas investigações em Minas, o acordo de repasse do Fundo Nacional de Saúde para a Fundação de Apoio ao Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) é o caso com maior valor a ser ressarcido. O débito atualizado chega a R$ 23.364.375.

Em todo o país são R$ 2,6 bilhões a serem recuperados. 1.335 caso foram registrados apenas no ano passado. O objetivo do ministério é resgatar os recursos através de ações que obriguem os responsáveis a devolver o dinheiro ao erário. 

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