Vaga de conselheiro do TCE abre ‘guerra’ na ALE

A indicação do novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE), após a aposentadoria do conselheiro Teodorico Menezes, abre o ciclo de guerra na Assembleia Legislativa; políticos e técnicos interessados já articulam nomeação; porém, alguns deputados defendem que a vaga deve ser preenchida por um nome do Tribunal de Contas dos Municípios do Ceará (TCM), órgão que foi extinto e os conselheiros foram colocados em disponibilidade remunerada

A indicação do novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE), após a aposentadoria do conselheiro Teodorico Menezes, abre o ciclo de guerra na Assembleia Legislativa; políticos e técnicos interessados já articulam nomeação; porém, alguns deputados defendem que a vaga deve ser preenchida por um nome do Tribunal de Contas dos Municípios do Ceará (TCM), órgão que foi extinto e os conselheiros foram colocados em disponibilidade remunerada
A indicação do novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE), após a aposentadoria do conselheiro Teodorico Menezes, abre o ciclo de guerra na Assembleia Legislativa; políticos e técnicos interessados já articulam nomeação; porém, alguns deputados defendem que a vaga deve ser preenchida por um nome do Tribunal de Contas dos Municípios do Ceará (TCM), órgão que foi extinto e os conselheiros foram colocados em disponibilidade remunerada (Foto: Voney Malta)

Ceará 247 – A disputa pela indicação do novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE), após a extinção do Tribunal de Contas dos Municípios do Ceará (TCM) e da  aposentadoria do conselheiro Teodorico Menezes, abre o ciclo de guerra na Assembleia Legislativa.

Políticos e técnicos interessados já articulam nomeação, inclusive com ameaça de recorrer ao judiciário para que o cargo vago seja ocupado por um nome do TCM. O problema é que, em condições normais, o indicado seria um nome escolhido pelos deputados estaduais, segundo reportagem publicada pelo O Povo (leia aqui).

Porém, há uma interpretação que defende que, uma vez que os sete conselheiros do extinto TCM foram colocados em disponibilidade, eles devem ser chamados para ocupação de vagas no Tribunal de Contas.

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