Valadares: "nenhum partido tem espaço garantido na chapa de JB"

Senador Valadares (PSB) revela que, na conversa com o governador Jackson Barreto (PMDB), na última quinta (10), ele lhe garantiu que "não tem nenhum compromisso na chapa majoritária com nenhum dos partidos políticos"; ainda assim, mesmo diante da possibilidade do PSB ser um dos nomes da chapa governista, o senador diz ser muito difícil voltar ao grupo; ele diz que sua candidatura é uma possibilidade "muito viável de acontecer" e ressalta que "quanto mais gente no jogo, melhor é a partida"

Senador Valadares (PSB) revela que, na conversa com o governador Jackson Barreto (PMDB), na última quinta (10), ele lhe garantiu que "não tem nenhum compromisso na chapa majoritária com nenhum dos partidos políticos"; ainda assim, mesmo diante da possibilidade do PSB ser um dos nomes da chapa governista, o senador diz ser muito difícil voltar ao grupo; ele diz que sua candidatura é uma possibilidade "muito viável de acontecer" e ressalta que "quanto mais gente no jogo, melhor é a partida"
Senador Valadares (PSB) revela que, na conversa com o governador Jackson Barreto (PMDB), na última quinta (10), ele lhe garantiu que "não tem nenhum compromisso na chapa majoritária com nenhum dos partidos políticos"; ainda assim, mesmo diante da possibilidade do PSB ser um dos nomes da chapa governista, o senador diz ser muito difícil voltar ao grupo; ele diz que sua candidatura é uma possibilidade "muito viável de acontecer" e ressalta que "quanto mais gente no jogo, melhor é a partida" (Foto: Valter Lima)

Valter Lima, do Sergipe 247 - O senador Antônio Carlos Valadares (PSB) voltou a afirmar que o lançamento de seu nome ao governo é uma possibilidade "muito viável de acontecer". Ele disse que o adiamento do anúncio da decisão do PSB quanto às eleições deste ano, que ocorreria na sexta-feira (11), foi a decisão mais acertada tomada pelo grupo, uma vez que todos os partidos ainda estão discutindo as alianças.

"Temos que ter paciência para não avançarmos além do limite e não retrocedermos a ponto de ficarmos isolados", ressaltou.

Ao Sergipe 247, Valadares explicou que "há opiniões generalizadas não só no âmbito do PSB, mas também em outros partidos de que um terceiro nome ajuda a qualificar o debate e criar mais uma opção às candidaturas postas"."Quanto mais gente no jogo, melhor é a partida", disse.

Questionado então se estaria disposto a entrar nesta "partida", para disputar a chefia do Executivo Estadual com o governador Jackson Barreto (PMDB) e com o senador Eduardo Amorim (PSC), o líder do PSB disse que tem recebido "muitos estímulos nesse sentido". "Estou analisando com muito carinho. Temos que montar um palanque para Eduardo Campos em Sergipe. Isso é imperativo", justificou.

Neste contexto, o socialista disse que o PSB tem procurado outros partidos que se somem ao projeto da terceira candidatura. "Estamos conversando com todos. Só não conversamos ainda com o prefeito João Alves Filho, porque ele passou esse tempo todo sendo muito pressionado, tanto para ser candidato quanto para ficar na prefeitura. Mas nos próximos dias, teremos uma conversa com ele", afirmou.

Valadares afirma ainda que três candidaturas a governador são benéficas ao eleitor sergipano. "Amorim é senador, um homem preparado para o exercício do debate. Jackson é experiente, dinâmico e conhece o Estado como ninguém. E Valadares é ex-governador, coordenador da bancada, foi vice-presidente do Senado e presidiu as comissões mais importantes. Ou seja, todos os nomes são bons. O eleitor ficará tão em dúvida que a escolha poderá ser até no par ou ímpar", disse.

REUNIÃO COM JACKSON

Sobre a reunião com o governador, que ocorreu na última quinta-feira (10), o senador do PSB disse que comunicou a Jackson que a montagem do palanque de Eduardo Campos em Sergipe continua sendo a questão mais importante na formação das alianças para o partido. Ele afirmou ainda que o peemedebista lhe garantiu que nenhum partido tem espaço assegurado na chapa majoritária.

"O governador foi muito correto na conversa, muito compreensivo, entendeu o momento que o PSB vive atualmente. Ele me afirmou que não tem nenhum compromisso na chapa majoritária com nenhum dos partidos políticos. E eu dei toda a razão porque nossa proposta é exatamente essa, de deixar essas definições mais para frente. Não tem nada acertado agora. Podemos voltar mais a frente a conversar, mas, no momento, está muito difícil retomarmos a nossa aliança", ressaltou.

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