Vale jogou mais rejeitos em barragem do que declarou

Documento do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) mostra que em 2014, a empresa controlada por Murilo Ferreira foi responsável por 28% dos 15 milhões de metros cúbicos de rejeitos lançados na barragem de Fundão, que se rompeu em Mariana; Vale tinha admitido em novembro que apenas 5% do total era de sua responsabilidade; em 2013, a empresa lançou o equivalente a 15,5% do volume. Em 2012, este número era 11,8%; "A Vale contribuiu com quase trinta por cento do rejeito depositado na barragem de Fundão (...) diante desse volume declarado da deposição de rejeitos, mais uma vez se confirma a orientação seguida pelo MPF de que, no contexto de responsabilização, nós tratamos a Vale, a BHP e a Samarco dentro do mesmo grupo de responsáveis", disse o procurador da república Jorge Munhós

Documento do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) mostra que em 2014, a empresa controlada por Murilo Ferreira foi responsável por 28% dos 15 milhões de metros cúbicos de rejeitos lançados na barragem de Fundão, que se rompeu em Mariana; Vale tinha admitido em novembro que apenas 5% do total era de sua responsabilidade; em 2013, a empresa lançou o equivalente a 15,5% do volume. Em 2012, este número era 11,8%; "A Vale contribuiu com quase trinta por cento do rejeito depositado na barragem de Fundão (...) diante desse volume declarado da deposição de rejeitos, mais uma vez se confirma a orientação seguida pelo MPF de que, no contexto de responsabilização, nós tratamos a Vale, a BHP e a Samarco dentro do mesmo grupo de responsáveis", disse o procurador da república Jorge Munhós
Documento do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) mostra que em 2014, a empresa controlada por Murilo Ferreira foi responsável por 28% dos 15 milhões de metros cúbicos de rejeitos lançados na barragem de Fundão, que se rompeu em Mariana; Vale tinha admitido em novembro que apenas 5% do total era de sua responsabilidade; em 2013, a empresa lançou o equivalente a 15,5% do volume. Em 2012, este número era 11,8%; "A Vale contribuiu com quase trinta por cento do rejeito depositado na barragem de Fundão (...) diante desse volume declarado da deposição de rejeitos, mais uma vez se confirma a orientação seguida pelo MPF de que, no contexto de responsabilização, nós tratamos a Vale, a BHP e a Samarco dentro do mesmo grupo de responsáveis", disse o procurador da república Jorge Munhós (Foto: Aquiles Lins)
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Minas 247 - Documento do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) mostra que a Vale, que é dona da Samarco junto com a BHP Biliton, jogou mais rejeitos na barragem de Fundão, em Mariana, do que tinha declarado. 

A empresa controlada por Murilo Ferreira admitiu no dia 24 de novembro que utilizava a barragem de Fundão, que se rompeu. Mas afirmou que apenas 5% do volume total eram despejado por ano no local. De acordo com o documento, em 2014, o total de rejeitos líquidos jogados na barragem de Fundão passou de 18 milhões de m³. A Vale foi responsável por 28% desse total. Em 2013, a empresa lançou o equivalente a 15,5% do volume. Em 2012, este número era 11,8%.

"A Vale contribuiu com quase trinta por cento do rejeito depositado na barragem de Fundão (...) diante desse volume declarado da deposição de rejeitos, mais uma vez se confirma a orientação seguida pelo MPF de que, no contexto de responsabilização, nós tratamos a Vale, a BHP e a Samarco dentro do mesmo grupo de responsáveis", disse o procurador da república Jorge Munhós.

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