Valente critica Datena: quer ser o paladino da moralidade

"Como se engana o povo na TV. Datena se filia ao DEM de Agripino Maia e toda sua rede de corruptos. Se alia à Dória o playboy do PSDB e critica Alckmin, o 'santo', também do PSDB por sua política de segurança. Depois quer posar de paladino da moralidade ao lado desta gente", disse o deputado Ivan Valente (Psol-SP)

"Como se engana o povo na TV. Datena se filia ao DEM de Agripino Maia e toda sua rede de corruptos. Se alia à Dória o playboy do PSDB e critica Alckmin, o 'santo', também do PSDB por sua política de segurança. Depois quer posar de paladino da moralidade ao lado desta gente", disse o deputado Ivan Valente (Psol-SP)
"Como se engana o povo na TV. Datena se filia ao DEM de Agripino Maia e toda sua rede de corruptos. Se alia à Dória o playboy do PSDB e critica Alckmin, o 'santo', também do PSDB por sua política de segurança. Depois quer posar de paladino da moralidade ao lado desta gente", disse o deputado Ivan Valente (Psol-SP) (Foto: Leonardo Lucena)

SP 247 - O deputado federal Ivan Valente (Psol-SP) criticou o pré-candidato ao Senado por São Paulo e jornalista, José Luiz Datena (DEM), apresentador da rádio e da TV Bandeirante. 

"Como se engana o povo na TV. Datena se filia ao DEM de Agripino Maia e toda sua rede de corruptos. Se alia à Dória o playboy do PSDB e critica Alckimin o "santo", também do PSDB por sua política de segurança. Depois quer posar de paladino da moralidade ao lado desta gente", escreveu o parlamentar em sua conta no Twitter.

Nesta quinta-feira (28), o presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin, que patina nas intenções de voto, avaliou que Datena pode ter uma "votação gigantesca". "O Datena é um grande comunicador, está no rádio, na televisão, tem credibilidade e pode ter uma votação gigantesca. Acho importante a sua participação", disse o tucano em Cascavel, Oeste do Paraná.

Alckmin ainda tem dificuldades para decolar nas pesquisas eleitorais. De acordo com levantamento do Ibope, divulgado nesta quinta, o tucano tem apenas 4% dos votos, junto com Ciro Gomes (PDT), atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com 33%, do deputado federal Jair Bolsonaro, que integra o PSL (15%), e da ex-senadora Marina Silva, da Rede (7%).

 

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