Valente: tucanos precisam ser investigados

Em vídeo, o deputado Ivan Valente (Psol-SP) disse que o ex-diretor da Dersa e operador do PSDB, Paulo Vieira de Souza "podia ter sido preso há quatro, cinco anos atrás. Envolve Alckmin, Serra, Aloysio Nunes. Todos os grandes figurões do PSDB"; parlamentar criticou a demora para julgar o ex-governador de Minas Eduardo Azeredo, pivô do mensalão tucano; "É o tamanho da proteção aos tucanos"; assista

Em vídeo, o deputado Ivan Valente (Psol-SP) disse que o ex-diretor da Dersa e operador do PSDB, Paulo Vieira de Souza "podia ter sido preso há quatro, cinco anos atrás. Envolve Alckmin, Serra, Aloysio Nunes. Todos os grandes figurões do PSDB"; parlamentar criticou a demora para julgar o ex-governador de Minas Eduardo Azeredo, pivô do mensalão tucano; "É o tamanho da proteção aos tucanos"; assista
Em vídeo, o deputado Ivan Valente (Psol-SP) disse que o ex-diretor da Dersa e operador do PSDB, Paulo Vieira de Souza "podia ter sido preso há quatro, cinco anos atrás. Envolve Alckmin, Serra, Aloysio Nunes. Todos os grandes figurões do PSDB"; parlamentar criticou a demora para julgar o ex-governador de Minas Eduardo Azeredo, pivô do mensalão tucano; "É o tamanho da proteção aos tucanos"; assista (Foto: Leonardo Lucena)
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SP 247 - No dia (17/04/2018) em que o Supremo Tribunal Federal aceitou a denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que virou réu por corrupção e obstrução judicial, o deputado federal Ivan Valente (Psol-SP) acusou a Justiça brasileira de proteger tucanos. O congressista criticou a coincidência da prisão do ex-diretor da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, que aconteceu no mesmo dia da determinação para o o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se entregar.

De acordo com o pessolista, Paulo Preto, operador do PSDB, "podia ter sido preso há quatro, cinco anos atrás. Envolve Alckmin, Serra, Aloysio Nunes. Todos os grandes figurões do PSDB". "Eles (os tucanos) são bem protegidos", disse Valente, antes da decisão do STF sobre Aécio.

Citando Geraldo Alckmin, que deixou o governo de São Paulo para se dedicar à pré-campanha presidencial, o parlamentar afirmou que o Ministério Público de São Paulo "é muito comprometido como governo de SP". 

Delatores da Odebrecht afirmaram que o tucano recebeu R$ 10 milhões via caixa 2 (dinheiro não contabilizado) em 2014.

Depois de reforçar a prisão de Paulo Preto, Valente afirmou ser "provável que tenhamos delação se for a vontade de procuradores federais e da Polícia Federal". "Pedimos que não haja parcialidade como tem havido no caso de Lula. Tucanos precisam ser investigados", afirmou o parlamentar, que também criticou a demora para julgar o ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo, pivô do mensalão tucano. "Só agora depois de década, Eduardo Azeredo, que já ta condenado  20 anos, vai ser julgado é o tamanho da proteção aos tucanos".

Segundo denúncia do Ministério Público Federal (MPF), Azeredo foi o principal beneficiário do esquema de desvio de verbas de estatais para a campanha eleitoral. A fraude funcionava por meio de repasses estatais para o suposto patrocínio de eventos esportivos. A denúncia apontou que empresas repassavam a verba à empresa SMP&B, de Marcos Valério. O Banco Rural também consta no processo. Ele forneceria empréstimos às agências sem apresentação de garantias. Esses recursos abasteciam a campanha.

*Matéria atualizada às 16h30

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