Vanderlan não vê oposição unida no primeiro turno

Empresário tem certeza das candidaturas de PMDB e PT ao governo do Estado; "Eles têm nomes e já estão discutindo as candidaturas. Então, se houver união da oposição, será no segundo turno", disse Vanderlan ao O Popular, na série de entrevistas com os pré-candidatos; Perillo não quis participar e Iris falou com os jornalistas, mas depois pediu que sua entrevista não fosse publicada em respeito a Júnior Friboi

Empresário tem certeza das candidaturas de PMDB e PT ao governo do Estado; "Eles têm nomes e já estão discutindo as candidaturas. Então, se houver união da oposição, será no segundo turno", disse Vanderlan ao O Popular, na série de entrevistas com os pré-candidatos; Perillo não quis participar e Iris falou com os jornalistas, mas depois pediu que sua entrevista não fosse publicada em respeito a Júnior Friboi
Empresário tem certeza das candidaturas de PMDB e PT ao governo do Estado; "Eles têm nomes e já estão discutindo as candidaturas. Então, se houver união da oposição, será no segundo turno", disse Vanderlan ao O Popular, na série de entrevistas com os pré-candidatos; Perillo não quis participar e Iris falou com os jornalistas, mas depois pediu que sua entrevista não fosse publicada em respeito a Júnior Friboi (Foto: José Barbacena)

Goiás247 - O empresário Vanderan Cardoso (PSB) é o entrevistado desta quarta-feira pelo jornal O Popular na série de entrevistas com os pré-candidatos ao governo do Estado. Marconi Perillo (PSDB) não quis participar. Já Iris Rezende (PMDB) conversou com os jornalistas do POP, mas de última hora pediu que a entrevista não fosse publicada.

Vanderlan foi candidato em 2010 com o apoio do então governador Alcides Rodrigues e obteve cerca de 500 mil votos, mesmo assim não passou pro segundo turno. Para 2014, o empresário não vê a oposição unida no primeiro turno. Vanderan tem certeza que PMDB e até mesmo o PT vão, sim, lançar candidatos.

Veja as duas perguntas em que o pré-candidato socialista fala sobre o assunto. A entrevista foi concedida aos jornalistas Bruno Rocha Lima e Thaís Romão:

Não só o governo, mas também alguns membros da oposição trabalham contra sua candidatura. Isto dificulta uma união num eventual segundo turno?

Não deixa de ter alguns problemas. Mas, da nossa parte, estou procurando seguir com nossas propostas e viajar todo o Estado. Sempre tenho colocado que não acredito na união das oposições no primeiro turno. A forma como estou trabalhando é para que facilite uma união no segundo turno, que não feche portas. Embora tenha uns aí que parecem que estão nos vendo como adversários e não estão seguindo na prática o que fala em seus discursos sobre a união da oposição em Goiás no primeiro turno. Sou coerente, tenho os pés no chão e não acredito que PT e PMDB possam deixar de lançar seus candidatos. Eles têm nomes e já estão discutindo as candidaturas. Então, se houver união da oposição, será no segundo turno.

Depois de firmada a candidatura do José Batista Júnior no PMDB, surgiram algumas divergências com o PT, que já fala em lançar candidato. Este cenário de pulverização de candidaturas pode lhe ser favorável?

Estamos tão preparados para o embate que independe de PT ou PMDB lançar candidato. Quem está preparado e quer passar por um processo como este não tem que ficar escolhendo adversário e nem de que forma vai ser a disputa.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247