Vanderlan rejeita alianças a qualquer custo

Assediado por PMDB e também por lideranças da base governista, empresário Vanderlan Cardoso virou peça chave na eleição para prefeito de Goiânia; com a saída de Iris Rezende, Vanderlan assume o segundo lugar isolado nas pesquisas e é visto como candidato ideal para alianças; em evento nesta quinta-feira, ele mandou recados: “Nunca negociei apoio por cargos na minha vida política. O que Goiânia quer e precisa é de uma aliança em cima de um projeto de evolução cidade"; empresário afirma que vai dialogar com todas as frentes e partidos e condena aliança fisiológica usada por PT-PMDB; "Este modelo não vamos repetir", avisa

Assediado por PMDB e também por lideranças da base governista, empresário Vanderlan Cardoso virou peça chave na eleição para prefeito de Goiânia; com a saída de Iris Rezende, Vanderlan assume o segundo lugar isolado nas pesquisas e é visto como candidato ideal para alianças; em evento nesta quinta-feira, ele mandou recados: “Nunca negociei apoio por cargos na minha vida política. O que Goiânia quer e precisa é de uma aliança em cima de um projeto de evolução cidade"; empresário afirma que vai dialogar com todas as frentes e partidos e condena aliança fisiológica usada por PT-PMDB; "Este modelo não vamos repetir", avisa
Assediado por PMDB e também por lideranças da base governista, empresário Vanderlan Cardoso virou peça chave na eleição para prefeito de Goiânia; com a saída de Iris Rezende, Vanderlan assume o segundo lugar isolado nas pesquisas e é visto como candidato ideal para alianças; em evento nesta quinta-feira, ele mandou recados: “Nunca negociei apoio por cargos na minha vida política. O que Goiânia quer e precisa é de uma aliança em cima de um projeto de evolução cidade"; empresário afirma que vai dialogar com todas as frentes e partidos e condena aliança fisiológica usada por PT-PMDB; "Este modelo não vamos repetir", avisa (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - O pré-candidato a prefeito de Goiânia pelo PSB, Vanderlan Cardoso, afirmou nesta quinta-feira (7) que quer sim ampliar o seu arco de alianças, mas que não vai montar um balcão de negócios em busca de apoios. Para o empresário, a população e a evolução política no Brasil não admitem mais o modelo de coligações fisiológicas, onde a administração é loteada aos partidos, destinando aos apaniguados os recursos públicos que faltam à atenção dos problemas básicos e urgentes dos cidadãos.

“Nunca negociei apoio por cargos na minha vida política. O que Goiânia quer e precisa é de uma aliança em cima de um projeto de evolução cidade. É claro que todos os partidos aliados deverão participar da gestão indicando quadros técnicos e capazes de conduzir um projeto integrado. Tem gente honesta e competente em todas as siglas”, disse Vanderlan, que participou durante todo o dia da Jornada de Formação dos Candidatos do PSB, realizado no hotel Plazza In Augustus.

O evento, promovido pela senadora Lúcia Vânia, presidente regional da sigla, reuniu o presidente nacional Carlos Siqueira, o presidente da Fundação João Mangabeira, o ex-governador capixaba Renato Casagrande, deputados estaduais, vereadores, prefeitos, vereadores e pré-candidatos da sigla, além de parlamentares e autoridades do PSC e do PPS, partidos que já integram a aliança pela disputa municipal.

Vanderlan disse também que é de seu interesse intensificar as conversar com o PMDB, que trabalha uma alternativa eleitoral após o anúncio do ex-prefeito Iris Rezende de que está deixando a vida pública. O ex-prefeito de Senador Canedo garante que o diálogo com os peemedebistas nunca cessou, e que sempre manteve um bom relacionamento com os integrantes do partido.

“Tenho muitos amigos no PMDB e a certeza de que a questão que mais nos une é o desejo de uma Goiânia que possibilite ao cidadão trabalhar e criar sua família com paz e tranquilidade, vendo seus tributos sendo bem investidos em segurança pública, saúde, educação e em políticas de geração de emprego e de renda”, disse.

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