Venda da Celg se encaminha e vai render R$ 4 bilhões

Em reunião com os ministros Aloizio Mercadante e Eduardo Braga, em Brasília, o governador Marconi Perillo deliberou sobre os trâmites que envolvem a privatização da companhia energética; cronograma da venda está em dia e até o fim de novembro deste a ano a Celg será vendida em leilão autorizado pelo governo federal; Estado de Goiás vai ficar com cerca de R$ 4 bilhões e recursos serão investidos em projetos de infraestrutura para escoamento da produção e aumento da competitividade 

Em reunião com os ministros Aloizio Mercadante e Eduardo Braga, em Brasília, o governador Marconi Perillo deliberou sobre os trâmites que envolvem a privatização da companhia energética; cronograma da venda está em dia e até o fim de novembro deste a ano a Celg será vendida em leilão autorizado pelo governo federal; Estado de Goiás vai ficar com cerca de R$ 4 bilhões e recursos serão investidos em projetos de infraestrutura para escoamento da produção e aumento da competitividade 
Em reunião com os ministros Aloizio Mercadante e Eduardo Braga, em Brasília, o governador Marconi Perillo deliberou sobre os trâmites que envolvem a privatização da companhia energética; cronograma da venda está em dia e até o fim de novembro deste a ano a Celg será vendida em leilão autorizado pelo governo federal; Estado de Goiás vai ficar com cerca de R$ 4 bilhões e recursos serão investidos em projetos de infraestrutura para escoamento da produção e aumento da competitividade  (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - O cronograma de privatização da Celg-D está em dia e, concretizadas as expectativas do governo de Goiás e da Eletrobras, até o final de novembro deste ano a empresa será vendida em leilão. A confirmação de que os trâmites burocráticos para a venda da companhia seguem um ritmo normal foi dada na tarde desta terça-feira durante reunião do governador Marconi Perillo e diretores da Celg com o ministro chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante e o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, no Palácio da Alvorada.

Do encontro participaram ainda representantes dos ministérios da Fazenda e Minas e Energia, da Eletrobras, do Banco Central e do BNDES. “Viemos discutir assuntos que possam valorizar a empresa. O importante é que o cronograma está rigorosamente em dia”, declarou o governador ao lembrar também que está em discussão a adoção de um indexador para converter a dívida da Celg com Itaipu, que hoje está sendo cobrada em dólar.

Embora considere que a avaliação da empresa ainda não está concluída, o governo federal trabalha com a expectativa de que a Celg seja leiloada por R$ 8,5 bilhões. Goiás deverá utilizar 100% da sua parte das receitas obtidas com o leilão, cerca de R$ 4 bilhões, em projetos de infraestrutura para escoamento da produção e aumento da competitividade do estado nos mercados nacional e internacional.

A Celg foi federalizada, ficando sob gestão da Eletrobras, e depois incluída, em maio deste ano, no Programa Nacional de Desestatização. A Eletrobras detém 51% das ações e o governo do Estado os outros 49%. O BNDES é o gestor da venda e contratou a Corporação Financeira Internacional, do Banco Mundial, para desenhar a modelagem que está em fase de precificação.

O governo tem defendido que a Celg tem grande potencial de crescimento e tem sido atrativa no mercado. Alguns investidores nacionais e estrangeiros já manifestaram interesse na compra. 

 

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