Vereadora da oposição quer presidir CEI da Amma

Dra. Cristina (PSDB) colocou nome à disposição, mas deve ter sua pretensão aniquilada pelo rolo compressor da base de apoio do prefeito Paulo Garcia (PT), que detém maioria na comissão; os dois vereadores investigados na Operação Jeitinho, do Ministério Público (um deles, Paulo Borges, chegou a ser preso), que motivou a criação da CEI, são da base

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Goiás247_ Está confirmada para a terça-feira, 2, na Câmara de Goiânia, a reunião dos sete membros da Comissão Especial de Inquérito (CEI) para a escolha do presidente, vice-presidente e relator do processo. Os vereadores da Comissão, porém, não decidiram sobre o horário da reunião, que pode ser realizada na parte da manhã (9 horas) ou ao meio dia, logo após a sessão ordinária.

A criação da CEI foi aprovada no dia 20 de fevereiro deste ano, numa iniciativa do vereador Elias Vaz, do PSol, para investigar as irregularidades na Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA), na liberação de licenças ambientais. A Comissão terá 120 dias para investigar as denúncias contra os vereadores Paulo Borges, do PMDB (que chegou a ser preso), e Wellington Peixoto, do PSB.

À revelia de ter sido o autor do pedido de investigação, o vereador ficou de fora da comissão, dominada pela base de apoio do prefeito Paulo Garcia (PT), da qual também fazem parte os dois vereadores investigados.

Fazem parte da CEI os vereadores Izidio Alves, do PMDB, Tayrone di Martino, do PT, Drª Cristina, do PSDB, Richard Nixon, do PRTB, Paulo da Farmácia, do PSDC, Paulo Magalhães, do PV, e Deivison Costa, do PT do B.

A tucana Drª Cristina disse na semana passada que colocará seu nome para presidir a CEI da AMMA. “Espero receber o apoio dos demais membros”, diz ela. Ela lamentou ainda o que considera “uma demora inexplicável na instalação da Comissão”.

“Esses trabalhos já deveria ter começado assim que a CEI foi aprovada em plenário, com 19 assinaturas. Sou constantemente cobrada, não só pela mídia, mas também pelas pessoas sobre demora nessa fiscalização. A Câmara não pode, em nenhuma hipótese, se omitir nessa averiguação, por se tratar de uma questão muito séria e preocupante, já que envolve dois vereadores desta Casa”, concluiu.

Com informações da Assessoria de Comunicação da Câmara de Goiânia)

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