Vereadores aceleram votação de olho no recesso

Passada a tempestade provocada por projetos polêmicos, os vereadores de Salvador, agora, buscam zerar a pauta de votação da Câmara Municipal para dar início ao recesso parlamentar; a expectativa é de que o ano do Legislativo municipal seja encerrado no próximo dia 14; o líder da bancada governista, vereador Joceval Rodrigues, está confiante que a Câmara fechará o ano com um saldo positivo; "Aprovamos muitos projetos nas últimas semanas, esvaziamos a pauta de indicações. Agora vamos nos dedicar ao PDDU, já que no dia 16 já teremos a primeira audiência pública"

Passada a tempestade provocada por projetos polêmicos, os vereadores de Salvador, agora, buscam zerar a pauta de votação da Câmara Municipal para dar início ao recesso parlamentar; a expectativa é de que o ano do Legislativo municipal seja encerrado no próximo dia 14; o líder da bancada governista, vereador Joceval Rodrigues, está confiante que a Câmara fechará o ano com um saldo positivo; "Aprovamos muitos projetos nas últimas semanas, esvaziamos a pauta de indicações. Agora vamos nos dedicar ao PDDU, já que no dia 16 já teremos a primeira audiência pública"
Passada a tempestade provocada por projetos polêmicos, os vereadores de Salvador, agora, buscam zerar a pauta de votação da Câmara Municipal para dar início ao recesso parlamentar; a expectativa é de que o ano do Legislativo municipal seja encerrado no próximo dia 14; o líder da bancada governista, vereador Joceval Rodrigues, está confiante que a Câmara fechará o ano com um saldo positivo; "Aprovamos muitos projetos nas últimas semanas, esvaziamos a pauta de indicações. Agora vamos nos dedicar ao PDDU, já que no dia 16 já teremos a primeira audiência pública" (Foto: Romulo Faro)
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Tribuna da Bahia - Passada a tempestade dos polêmicos projetos que agitaram os corredores da Câmara Municipal de Salvador nos últimos meses, a proximidade do recesso parlamentar tornou-se a pauta mais aguardada entre os vereadores da Casa.

Ansiosos, os vereadores têm agilizado os trabalhos nos últimos dias, visando concluir os últimos compromissos antes da tão esperada calmaria. A expectativa é de que o ano do Legislativo municipal seja encerrado no próximo dia 14.

O líder da bancada governista, vereador Joceval Rodrigues (PPS), está confiante que a Câmara fechará o ano com um saldo positivo. "Aprovamos muitos projetos nas últimas semanas, esvaziamos a pauta de indicações. Agora vamos nos dedicar ao PDDU, já que no dia 16 já teremos a primeira audiência pública", comentou.

Sobre a expectativa quanto ao início do recesso, Joceval delegou a resposta ao colégio de líderes da Casa. "A bancada está bastante interessada em fechar o ano de maneira positiva, mas não podemos especular datas. Temos que submeter essa decisão ao colégio de líderes", explicou.

Mas, entre as pautas que precisam de aprovação antes do fim do ano legislativo, existe o Orçamento de 2016 do Município, que ainda tramita na Comissão de Orçamento, Finanças e Fiscalização.

Segundo o presidente do grupo, vereador Cláudio Tinoco (DEM), o projeto deve chegar ao plenário em cerca de 10 dias, após passar por votação dentro da Comissão.

Além do Orçamento, há ainda uma série de alterações no projeto do Imposto sobre a propriedade Predial Urbana (IPTU) que precisam ser aprovadas em plenário.

O recesso da Câmara deve se arrastar até o fim do carnaval, em fevereiro do ano que vem, tempo estimado como suficiente para preparar os vereadores para as deliberações da Casa em 2016, que se trata de um ano de eleições municipais. O primeiro compromisso que movimentará os parlamentares já está programado para o dia 19 de fevereiro. Trata-se da segunda audiência pública referente ao Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU).

O projeto que é recheado de polêmicas por conta de experiências anteriores com matérias do mesmo segmento, já esquentou o clima da Casa desde a construção de sua minuta, marcada por confusões em audiências públicas promovidas pela Prefeitura e supostos equívocos no texto final apontados pela oposição.

O alvo das discussões promete ser ainda a data de votação do plano, prevista para o primeiro semestre pelo Executivo, com o apoio de sua bancada, mas contestado pela oposição, que defende mais análises sobre a minuta, ainda que a matéria só seja encaminhada para apreciação em plenário após as eleições de outubro do ano que vem.

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