Vereadores são presos em município da Grande BH

Cinco parlamentares foram presos sob a acusação de formação de quadrilha e crimes contra o patrimônio público, devido a um esquema de corrupção que funcionava na Câmara Municipal de São Joaquim de Bicas, mediante cobrança de propina a empresários que dependiam de aprovação do Legislativo para desenvolverem projetos na cidade; Carlos Braga (segundo da direita para a esquerda), presidente da Câmara, é um dos presos por cobrar propina de empresários

Cinco parlamentares foram presos sob a acusação de formação de quadrilha e crimes contra o patrimônio público, devido a um esquema de corrupção que funcionava na Câmara Municipal de São Joaquim de Bicas, mediante cobrança de propina a empresários que dependiam de aprovação do Legislativo para desenvolverem projetos na cidade; Carlos Braga (segundo da direita para a esquerda), presidente da Câmara, é um dos presos por cobrar propina de empresários
Cinco parlamentares foram presos sob a acusação de formação de quadrilha e crimes contra o patrimônio público, devido a um esquema de corrupção que funcionava na Câmara Municipal de São Joaquim de Bicas, mediante cobrança de propina a empresários que dependiam de aprovação do Legislativo para desenvolverem projetos na cidade; Carlos Braga (segundo da direita para a esquerda), presidente da Câmara, é um dos presos por cobrar propina de empresários (Foto: Luis Mauro Queiroz)

Pautando Minas - Uma operação do Ministério Público prendeu hoje cinco vereadores da cidade de São Joaquim de Bicas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os parlamentares são acusados de formação de quadrilha e crimes contra o patrimônio público, devido a um esquema de corrupção que funcionava na Câmara Municipal, mediante cobrança de propina a empresários que dependiam de aprovação do Legislativo para desenvolverem projetos na cidade.

Segundo diretores de empresas que denunciaram o esquema, os próprios vereadores avisavam ao empresário que determinado projeto de lei só seria aprovado após pagamento de suborno. Os “favores” eram requeridos, principalmente, dos setores imobiliário, metalúrgico e da indústria de plásticos, que dependiam de modificações na Legislação municipal para desenvolverem novos projetos.

O município tem onze vereadores e, até agora, já foram presos o presidente da Câmara, Carlos Braga (PSB), além dos parlamentares Enílton César (sem partido), Marcos Aender dos Reis (PT), Tarcísio Alves Rezende (PMDB) e Cristiano Carvalho (PMDB). Nas casas dos vereadores, computadores e documentos estão sendo apreendidos para dar continuidade às investigações. Todos os presos foram conduzidos, algemados, à delegacia de Igarapé, onde prestarão depoimento.

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