Vitti defende Orçamento Impositivo para garantir emendas

Presidente da Assembleia Legislativa, o deputado José Vitti (PSDB) defende a adoção do chamado “Orçamento Impositivo”; segundo ele, a liberação das verbas parlamentares para bancar obras nos municípios, até o limite de R$ 3 milhões, é uma ferramenta fundamental para a valorização do trabalho de cada um dos deputados

Presidente da Assembleia Legislativa, o deputado José Vitti (PSDB) defende a adoção do chamado “Orçamento Impositivo”; segundo ele, a liberação das verbas parlamentares para bancar obras nos municípios, até o limite de R$ 3 milhões, é uma ferramenta fundamental para a valorização do trabalho de cada um dos deputados
Presidente da Assembleia Legislativa, o deputado José Vitti (PSDB) defende a adoção do chamado “Orçamento Impositivo”; segundo ele, a liberação das verbas parlamentares para bancar obras nos municípios, até o limite de R$ 3 milhões, é uma ferramenta fundamental para a valorização do trabalho de cada um dos deputados (Foto: José Barbacena)
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Presidente da Assembleia Legislativa, o deputado José Vitti (PSDB) defende a adoção do chamado “Orçamento Impositivo”. Segundo ele, a liberação das verbas parlamentares para bancar obras nos municípios, até o limite de R$ 3 milhões, é uma ferramenta fundamental para a valorização do trabalho de cada um dos deputados.

A medida tem o apoio da totalidade dos parlamentares e é vista como uma forma de fazer valer a independência e a autonomia do Poder Legislativo. A maioria dos estados já adotou a imposição das emendas orçamentárias.

Vitti, no entanto, ressalvou que a medida só não foi aprovada até agora em razão da grave crise financeira que abalou o país nos últimos anos. “Em 2019, no primeiro ano da administração do próximo governador, é o momento certo de fazer valer esta medida”, disse ele.

O presidente da AL confirmou que os deputados da base aliada devem se reunir nos próximos dias com o governador José Eliton (PSDB) para discutir a liberação das emendas do Orçamento de 2018. Houve aceno da parte do governo de que cada deputado teria direito a liberar R$ 1 milhões em emendas.

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