Wagner critica manchete sobre apoio a Ciro: manipulação

Ex-ministro e secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Jaques Wagner criticou reportagem do Estadão que deu como título: "Para Jaques Wagner, PT pode ser vice de Ciro Gomes"; a manchete provocou um burburinho na esquerda; Impressiona como a manipulação de informações pode produzir intrigas, confusões e buscar ganho financeiro. É a Era das Fake News e dos Caça-Cliques. Quem leu a matéria inteira compreendeu; quem ficou apenas na manchete foi manipulado", rebateu Wagner

Brasília - O ministro Jaques Wagner, participa do programa Espaço Público, da TV Brasil (Elza Fiúsa/Agência Brasil)
Brasília - O ministro Jaques Wagner, participa do programa Espaço Público, da TV Brasil (Elza Fiúsa/Agência Brasil) (Foto: Gisele Federicce)
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Bahia 247 - O ex-ministro e secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Jaques Wagner, criticou pelo Twitter uma reportagem do jornal O Estado de S.Paulo com declarações suas, que deu como título: "Para Jaques Wagner, PT pode ser vice de Ciro Gomes". A manchete provocou um burburinho na esquerda e uma resposta do líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT-RS).

"Impressiona como a manipulação de informações pode produzir intrigas, confusões e buscar ganho financeiro. É a Era das Fake News e dos Caça-Cliques. Quem leu a matéria inteira compreendeu; quem ficou apenas na manchete foi manipulado", rebateu Wagner.

"Não tenho duas opiniões: @LulapeloBrasil é o candidato do @ptbrasil, do povo brasileiro, líder em todas pesquisas e símbolo de esperança para o país. Uma eleição sem Lula é, sim, fraude pois sua condenação é injusta, baseada em convicção sem provas. O presidente não é passado, é resistência no presente e esperança no futuro. Não aceitamos sua interdição e lutaremos contra ela até o fim", postou ainda.

"Agora, se o sistema jurídico brasileiro levar a cabo sua interdição e impedir a candidatura de , defendo, como sempre defendi em 40 anos de trajetória política, o caminho do diálogo entre todos aqueles que lutam pela Democracia no Brasil", concluiu o ex-ministro.

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