Wagner diz que Lula é alvo de “caça constante”

"Acho que é uma coisa clara. É uma caça a uma liderança nacional", disse nesta segunda-feira 15 o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, que se reuniu com Lula e a presidente Dilma na última sexta-feira; "Poderia ser uma caça a um bandido. Nesse caso é uma caça praticamente constante", completou; no sábado, a presidente Dilma Rousseff afirmou que Lula "está sendo objeto de uma grande injustiça"

"Acho que é uma coisa clara. É uma caça a uma liderança nacional", disse nesta segunda-feira 15 o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, que se reuniu com Lula e a presidente Dilma na última sexta-feira; "Poderia ser uma caça a um bandido. Nesse caso é uma caça praticamente constante", completou; no sábado, a presidente Dilma Rousseff afirmou que Lula "está sendo objeto de uma grande injustiça"
"Acho que é uma coisa clara. É uma caça a uma liderança nacional", disse nesta segunda-feira 15 o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, que se reuniu com Lula e a presidente Dilma na última sexta-feira; "Poderia ser uma caça a um bandido. Nesse caso é uma caça praticamente constante", completou; no sábado, a presidente Dilma Rousseff afirmou que Lula "está sendo objeto de uma grande injustiça" (Foto: Paulo Emílio)

Bahia 247 - O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é alvo de "uma caça" em razão das constantes denúncias que tentam relacionar sua biografia com suspeitas de irregularidades. "Acho que é uma coisa clara. É uma caça a uma liderança nacional", afirmou. "Poderia ser uma caça a um bandido. Nesse caso é uma caça praticamente constante", completou.

Wagner, que na última sexta-feira (12) participou de uma reunião com Lula e a presidente Dilma Rousseff, disse que o ex-presidente não fez nenhum pedido para que Dilma ou o governo o defendessem, mas relatou que "evidentemente se falou sobre esse ataque sistemático que está sendo feito em torno ao ex-presidente".

Segundo o ministro, a reunião girou também em torno da atual conjuntura econômica e política nacional e da mobilização do País para combater o mosquito Aedes aegypti.

No sábado, a presidente Dilma se pronunciou sobre a perseguição ao antecessor e afirmou que "ele está sendo objeto de uma grande injustiça. Eu respeito muito a história do presidente Lula e tenho certeza que este processo será superado, porque acredito que o País, a América Latina e o mundo precisam de uma liderança com as características do presidente Lula".

Nesta segunda-feira, Lula participa de uma reunião com o Conselho Político da Presidência do PT na sede do Instituto Lula, em São Paulo, para discutir a crise econômica e definir uma estratégia de defesa contra as acusações das quais é alvo quase diariamente.

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