Wagner e a Petrobras: não se pode 'enterrar uma empresa'

"Acho que é preciso que as pessoas tenham mais parcimônia e cuidado com a coisa pública. Se o cuidado da coisa pública passa pela investigação do mau uso do dinheiro público, também passa por não enterrar uma empresa", declarou o governador da Bahia, Jaques Wagner, que deve assumir um ministério de peso no governo Dilma

"Acho que é preciso que as pessoas tenham mais parcimônia e cuidado com a coisa pública. Se o cuidado da coisa pública passa pela investigação do mau uso do dinheiro público, também passa por não enterrar uma empresa", declarou o governador da Bahia, Jaques Wagner, que deve assumir um ministério de peso no governo Dilma
"Acho que é preciso que as pessoas tenham mais parcimônia e cuidado com a coisa pública. Se o cuidado da coisa pública passa pela investigação do mau uso do dinheiro público, também passa por não enterrar uma empresa", declarou o governador da Bahia, Jaques Wagner, que deve assumir um ministério de peso no governo Dilma (Foto: Leonardo Attuch)
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Do Bahia Notícias - O governador Jaques Wagner (PT) afirmou, em entrevista ao A Tarde, que a oposição "continua numa lógica destrutiva" ao pedir a saída da presidente da Petrobras Graça Foster, após denúncia publicada no jornal Valor Econômico.

Segundo a reportagem, a gerente afastada da estatal Venina Velosa da Fonseca teria informado a Graça, então diretora de Gás e Energia, e ao presidente da companhia à época, José Sérgio Gabrielli, sobre as irregularidades em contratos antes da Operação Lava Jato.

"Acho que é preciso que as pessoas tenham mais parcimônia e cuidado com a coisa pública. Se o cuidado da coisa pública passa pela investigação do mau uso do dinheiro público, também passa por não enterrar uma empresa", declarou, antes de participar da sessão da Assembleia Legislativa que concedeu título de cidadão baiano ao ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal federal (STF).

Na visão de Wagner, "Graça Foster é uma figura de longa história lá dentro e na minha opinião não tem nada que tangencie ela. Se tinha coisa objetiva, é diferente. Se ela disser 'eu mandei uma circular e disse: tem um trambique configurado lá',  aí é outra coisa".

O governador defendeu apuração de todos os eventuais desvios na Petrobras, mas reafirmou sua confiança em relação a Graça. "Nunca vi motivação da presidente tirar ela, nem enxergo motivo".

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