Wagner: 'Grampo de Dilma e Lula foi arbitrariedade'

Recém-nomeado para o Gabinete Pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner, que deixou a Casa Civil para entrada do ex-presidente Lula, disse há pouco que a gravação telefônica entre a presidente Dilma Rousseff e Lula "foi uma arbitrariedade"; "Não se pode violar ou interceptar o telefone da presidente da República. Isso fere a segurança dela. Não sabemos como ele (o juiz Sérgio Moro) conseguiu violar o sistema da presidente", afirmou Wagner por meio de sua assessoria de imprensa

O ministro da Defesa, Jaques Wagner, fala na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado sobre a situação atual e perspectivas futuras do ministério (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O ministro da Defesa, Jaques Wagner, fala na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado sobre a situação atual e perspectivas futuras do ministério (Marcelo Camargo/Agência Brasil) (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Recém-nomeado para o Gabinete Pessoal da Presidência da República, Jaques Wagner, que deixou a Casa Civil para entrada do ex-presidente Lula, disse há pouco que a gravação telefônica entre a presidente Dilma Rousseff e Lula "foi uma arbitrariedade".

"Não se pode violar ou interceptar o telefone da presidente da República. Isso fere a segurança dela. Não sabemos como ele (o juiz Sérgio Moro) conseguiu violar o sistema da presidente", afirmou o Wagner, por meio de sua assessoria de imprensa.

O ministro disse ainda que é favorável às investigações, mas ponderou que "grampo é inadmissível".

Ainda segundo Jaques Wagner, a conversa entre Dilma e Lula, que foi nomeado na Casa Civil na tarde de hoje, "foi interpretada fora do contexto". "Os diálogos estão sendo interpretados fora do contexto para criar fato político negativo".

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