Wagner nega decisão de Dilma sobre seu cargo

Atualmente com cotação em alta para assumir a presidência da Petrobras, o governador Jaques Wagner afirma que ainda não há definição da presidente Dilma Rousseff sobre o cargo que ele ocupará no seu segundo mandato. "Já conversei com Dilma pra ajudá-la e sou parceiro dela e do projeto que a gente vem construindo. Ela me disse que quer contar comigo, mas ainda não discutimos em que posição"; segundo o petista, Dilma deve anunciar sua equipe de transição na segunda quinzena de dezembro

Atualmente com cotação em alta para assumir a presidência da Petrobras, o governador Jaques Wagner afirma que ainda não há definição da presidente Dilma Rousseff sobre o cargo que ele ocupará no seu segundo mandato. "Já conversei com Dilma pra ajudá-la e sou parceiro dela e do projeto que a gente vem construindo. Ela me disse que quer contar comigo, mas ainda não discutimos em que posição"; segundo o petista, Dilma deve anunciar sua equipe de transição na segunda quinzena de dezembro
Atualmente com cotação em alta para assumir a presidência da Petrobras, o governador Jaques Wagner afirma que ainda não há definição da presidente Dilma Rousseff sobre o cargo que ele ocupará no seu segundo mandato. "Já conversei com Dilma pra ajudá-la e sou parceiro dela e do projeto que a gente vem construindo. Ela me disse que quer contar comigo, mas ainda não discutimos em que posição"; segundo o petista, Dilma deve anunciar sua equipe de transição na segunda quinzena de dezembro (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Atualmente com cotação em alta para assumir a presidência da Petrobras, o governador Jaques Wagner afirma que ainda não há definição da presidente Dilma Rousseff (e seu núcleo duro) sobre o cargo que ele ocupará no seu segundo mandato. "Já conversei com Dilma pra ajudá-la e sou parceiro dela e do projeto que a gente vem construindo. Ela me disse que quer contar comigo, mas ainda não discutimos em que posição".

De acordo com o governador, Dilma deve anunciar a sua equipe de transição na segunda quinzena de dezembro e agora está preparando a área econômica. "Não tem porque parar o Estado", afirma Jaques Wagner. Segundo ele, a eleição apertada serve para duas coisas: dizer a quem ganhou para "tomar cuidado, pois não está sobrando" e que quem perdeu deve "ter esperanças, pois chegou perto".

Jaques Wagner já foi especulado para os ministérios da Fazenda - o que ele considera "absurdo"; Casa Civil; Relações Institucionais; Integração Nacional; Indústria, Comércio e Mineração (com o qual ele mais estaria simpatizando), além da presidência da Petrobras e da Secretaria-Geral da Presidência.

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